15.5.07
Morte total
Mataram meu perfil no blogger. O que quer dizer que este blogue morreu. Eles também me tiraram a possibilidade de publicar apenas a inicial. Isso quer dizer que todas as alterações anteriores do blogue se perderam. Nunca mais saberemos como o blogue já foi um dia. Triste.
Acontece. Ele ainda estará no ar, tenho certeza. Uma pena.
Cyranose e ander_laine morrem aqui.
Sigam sofrendo.
em off: e então, este é o fim da saga de fraldas GERIÁTRICAS, mais longo que o previsto. E que o imprevisto. Boa noite.
Acontece. Ele ainda estará no ar, tenho certeza. Uma pena.
Cyranose e ander_laine morrem aqui.
Sigam sofrendo.
em off: e então, este é o fim da saga de fraldas GERIÁTRICAS, mais longo que o previsto. E que o imprevisto. Boa noite.
(as luzes se apagam e todos deixam o recinto.)
8.2.07
Trêiler
Isso será massa.
Provavelmente, a melhor forma de se levar Nevada a Flórida, em?
Provavelmente, a melhor forma de se levar Nevada a Flórida, em?
5.2.07
Casi mortis
Vinte e cinco dias sem postar quase indica falência, certo?
Piada interna
Sim, sou mesmo um imbecil.
10.1.07
A nova nóia
Ultimamente, tenho tido um pouco de aversão a microcomputadores quando fico chapado.
O que explica, em parte, a decadência deste veículo.
O que explica, em parte, a decadência deste veículo.
Parnasianismo
O incrível e enfadonho exercício de descrever um isqueiro. A situação é necessária posto que o objeto em questão possui formato cilíndrico irregular, irregularidade esta que se impõe de difícil descrição. Como uma quilha numa seção do cilindro: uma quilha que parte num ângulo de 45º em relação a sua normal. Do eixo do cilindro, é claro. No topo da quilha, o botão que controla a liberação do gás. A haste em que a rosca e a pedra do isqueiro estão posicionadas é removível. Quando retirada, apresenta extremidade inferior ranhurada -a tampa da mola da pedra- e, a partir de sua metade superior, um diâmetro ligeiramente maior. Alguns sugerem que se parece com um pilão, mas sua grande vantagem é o fato de permitir a troca da pedra. A proteção de metal acompanha a borda circular do isqueiro e traz o nome do fabricante impresso exatemente oposto ao botão do gás. No corpo do isqueiro, a ilustração de uma caminhonete, que também acompanha toda sua seção circular.
3.1.07
Novos ânus
Ano novo, vida nova, tudo novo.
Só esse blogue segue igual.
Só esse blogue segue igual.
30.12.06
Adivinhação
Quem é o mais novo jornalista do país?
Resposta:
Ninguém, mas sou o mais novo bacharel em jornalismo do país. Vulgo, outro baixarel medíocre. Antes, mediano. Literalmente.
em off: e isso não é mentira. Sigam agora com a saga de fraldas GERIÁTRICAS, a saga com direito a cela especial. E a sela especial, caso soubesse montar. Em cavalo, é claro.
21.12.06
Bãgue
Arrá!
Achei um erro no IMDb. A história de como cheguei a ele é irrelevante, mas vou contar porque acho que não fará a menor diferença, mesmo. E só vou colocar linque pro erro, o resto que vocês quiserem já sabem, dêem um google e sejam felizes.
Enfim, Michael Bay dirige o novo longa dos Transformers, que estréia em 2007. O protagonista do filme -além do Optimus Prime, é claro- é um tal de Shia LaBoeuf. Que eu achava que era uma garota. Enfim, o moçoilo nasceu em 1986. No entanto, consta no IMDb que ele dublou a versão em inglês de um filme japa em 1984.
Uau!
Achei um erro no IMDb. A história de como cheguei a ele é irrelevante, mas vou contar porque acho que não fará a menor diferença, mesmo. E só vou colocar linque pro erro, o resto que vocês quiserem já sabem, dêem um google e sejam felizes.
Enfim, Michael Bay dirige o novo longa dos Transformers, que estréia em 2007. O protagonista do filme -além do Optimus Prime, é claro- é um tal de Shia LaBoeuf. Que eu achava que era uma garota. Enfim, o moçoilo nasceu em 1986. No entanto, consta no IMDb que ele dublou a versão em inglês de um filme japa em 1984.
Uau!
em off: claro que, como sempre, quem pode estar errado sou eu. Lá só diz que o filme é de 1984, se a versão em inglês veio depois de 1986, ninguém sabe, ninguém viu. Sigam com o erro persistente de fraldas GERIÁTRICAS, mais burro que jumento alado.
Novos blogues
Em janeiro fraldas GERIÁTRICAS ganhará blogues irmãos.
Preparem-se, vocês não perdem por esperar.
Não perdem nada, aliás.
Como sempre.
Preparem-se, vocês não perdem por esperar.
Não perdem nada, aliás.
Como sempre.
15.12.06
A venida
ander_laine fez essa foto.
7.12.06
Velhos hábitos não morrem jovens
Hoje eu fiz uma coisa que não fazia havia um tempo. Aliás, duas coisas. A outra foi voltar -ainda que numa tentativa desesperada & efêmera- a escrever por aqui.
A uma coisa que fiz foi lavar meu páipe com água e sabão. Não é lá grandes coisas, mas solta um pouco daquelas cracas de monóxido de carbono e, oh! o horror!, alcatrão, que ficam retidas nas paredes internas do brinquedo.
E pensar que tudo aquilo poderia ter ido diretamente para os meus pulmões.
A uma coisa que fiz foi lavar meu páipe com água e sabão. Não é lá grandes coisas, mas solta um pouco daquelas cracas de monóxido de carbono e, oh! o horror!, alcatrão, que ficam retidas nas paredes internas do brinquedo.
E pensar que tudo aquilo poderia ter ido diretamente para os meus pulmões.
24.11.06
Tapa e tapas
Preciso dar um tapa nestas paradas. Tem um monte de linques quebrados, um monte de insetos e um monte de imagens que não aparecem. Um pênis no ânus...
Preciso dar um tapa, também. Tou tenso!
Mas, com relação ao primeiro tapa, só depois do dia 28. Com relação ao segundo, o quanto antes, né?
Preciso dar um tapa, também. Tou tenso!
Mas, com relação ao primeiro tapa, só depois do dia 28. Com relação ao segundo, o quanto antes, né?
Obviedades
Tanta coisa a fazer, tão pouco tempo. E, pra piorar minha situação, o goró não me deixa mais bêbado como gostaria, os nível de thc em meu corpo decaiu totalmente e tenho dois blogues pra tomar conta.
E nem comecei o que já deveria estar pronto.
Porém, nada me deterá mais um ânus na católica.
E nem comecei o que já deveria estar pronto.
Porém, nada me deterá mais um ânus na católica.
Subdesenvolvimento
Às vezes eu faço isso, sabia? Enfim, disso tudo eu tirei uma teoria de por que o Brasil é um país subdesenvolvido.
Muito simples: veja quem é nosso super-herói. O Vigilante Rodoviário. Vulgo, um gambé, um meganha, um coxinha. E o que é pior, um gambé rodoviário. Por experiência, digo que os tiras mais corruptos são os da Polícia Rodoviária Federal.
Nossos super-heróis não são adolescentes em crise, assassinos sem passado, jornalistas otários. Não, tinha de ser um tira. E nem pra ser o John McClane ou o Martin Riggs, pôxa.
23.11.06
Novolinque
22.11.06
Putz...
Morreu Robert Altman.
fraldas GERIÁTRICAS em luto oficial.
fraldas GERIÁTRICAS em luto oficial.
STF, MTb, PQP e PUC
Putaquepariu (PQP), o Supremo Tribunal Federal (STF) me fez perder cinco (5) ânus (cu) na Pontifícia Universidade Católica (PUC).
Pelo menos não precisarei mais de registro no Ministério do Trabalho, (MTb).
O problema é que já tinha optado por trocar de profissão.
Pelo menos não precisarei mais de registro no Ministério do Trabalho, (MTb).
O problema é que já tinha optado por trocar de profissão.
21.11.06
Portrait 2
E a major segue assim.
Leia aqui.
Você já viu a primeira parte da babaquice corporativa.
Leia aqui.
Você já viu a primeira parte da babaquice corporativa.
Subtítulos
Aconteceu de novo. Pela segunda vez em minha vida eu sonhei com legendas.
Não, não sonhei com legendas propriamente ditas. Sonhei em outra língua com legendas em português. Dessa vez foi ainda mais complexo que da primeira.
O outro sonho já tem alguns anos. Foi no milênio passado, se não me falha a memória. Bizarríssimo. Estava eu e um de meus melhores amigos numa aula de biologia, com um professor figura do colegial. Essa é a parte que não importa do sonho. Enfim, ao fim da aula, saímos, meu amigo, eu e o professor, conversando sobre algo desimportante. Primeiro fato curioso: a sala de aula era, na verdade, a nave principal da basílica de São Pedro, no Vaticano. A lousa ficava rigorosamente abaixo da cúpula de Michelangelo Buonarroti.
Saímos da sala-basílica e fomos para a rua. Segunda bomba: a basílica ficava, na verdade, num deserto, cheio de dunas e tempestades de areia. Espalahdos pelo deserto, dezenas de trabalhadores (?) davam duro.
Eram homens extremamente fortes. Seu trabalho nada mais era do que soar gongos. Mas não quaisquer gongos, gongos gigantes. Muito gigantes, cerca de 40 metros de raio. Eles ficavam suspensos e fixos nas areias do deserto, só não me perguntem de que maneira. Sonhei com isso, não projetei isso. E, bem próximos a essa estrutura, ficavam os homens, com enormes baquetas nas mãos, em cima de algo que se assemelhava a um andaime de obras, tirando o fato de que suas dimensões eram diversas vezes maiores e, ao invés de se apoiarem em quatro pontos, era como se só houvesse um dos quatro lados de um quadrado.
Esses andaimes gigantescos se moviam ora contra ora a favor do vento, indo para perto e para longe dos gongos. Cada vez que se afastavam, os homens levantavam as baquetas e se inclinavam para trás, na mesma direção do andaime. Conforme toda a estrutura se aproximava dos gongos, os homens iam se projetando para a frente para que, no momento de máxima proximidade, atacassem os gongos.
Num desses movimentos, um dos homens caiu de cara na areia. Nesse momento, o sonho dá um close no rosto do homem, que xinga numa língua estranha. Ininteligível. Quando ele profere a blasfêmia, aparece uma legenda dizendo qualquer coisa como "merda" ou "caralho".
Fim do primeiro sonho.
Desta vez, o sonho era muito estranho. Muito estranho. Começava na casa em que morei até uns cinco anos atrás. Estava no banheiro do quarto dos meus pais, mas estava diferente. E com um vazamento muito grande na torneira da pia. Então, como num passe de mágica, essa parte do sonho acaba e de repente estou sentado numa mesa de jantar enorme, com diversas pessoas discutindo um assunto do qual não me lembro agora. E entre as pessoas da mesa estava Luana Piovani (ou Daniela Cicarelli ou qualquer outra dessas gostosas estúpidas) exibindo insistentemente os peitos. Não sei bem por quê. Enfim, ninguém dava a mínima para a gostosa e seguia o papo. Na mesa, todos falavam em inglês e as legendas estavam lá, direitinho.
Pelo menos soube que meu inconsciente comete menos erros de tradução e legendagem que muitos profissionais por aí.
Não, não sonhei com legendas propriamente ditas. Sonhei em outra língua com legendas em português. Dessa vez foi ainda mais complexo que da primeira.
O outro sonho já tem alguns anos. Foi no milênio passado, se não me falha a memória. Bizarríssimo. Estava eu e um de meus melhores amigos numa aula de biologia, com um professor figura do colegial. Essa é a parte que não importa do sonho. Enfim, ao fim da aula, saímos, meu amigo, eu e o professor, conversando sobre algo desimportante. Primeiro fato curioso: a sala de aula era, na verdade, a nave principal da basílica de São Pedro, no Vaticano. A lousa ficava rigorosamente abaixo da cúpula de Michelangelo Buonarroti.
Saímos da sala-basílica e fomos para a rua. Segunda bomba: a basílica ficava, na verdade, num deserto, cheio de dunas e tempestades de areia. Espalahdos pelo deserto, dezenas de trabalhadores (?) davam duro.
Eram homens extremamente fortes. Seu trabalho nada mais era do que soar gongos. Mas não quaisquer gongos, gongos gigantes. Muito gigantes, cerca de 40 metros de raio. Eles ficavam suspensos e fixos nas areias do deserto, só não me perguntem de que maneira. Sonhei com isso, não projetei isso. E, bem próximos a essa estrutura, ficavam os homens, com enormes baquetas nas mãos, em cima de algo que se assemelhava a um andaime de obras, tirando o fato de que suas dimensões eram diversas vezes maiores e, ao invés de se apoiarem em quatro pontos, era como se só houvesse um dos quatro lados de um quadrado.
Esses andaimes gigantescos se moviam ora contra ora a favor do vento, indo para perto e para longe dos gongos. Cada vez que se afastavam, os homens levantavam as baquetas e se inclinavam para trás, na mesma direção do andaime. Conforme toda a estrutura se aproximava dos gongos, os homens iam se projetando para a frente para que, no momento de máxima proximidade, atacassem os gongos.
Num desses movimentos, um dos homens caiu de cara na areia. Nesse momento, o sonho dá um close no rosto do homem, que xinga numa língua estranha. Ininteligível. Quando ele profere a blasfêmia, aparece uma legenda dizendo qualquer coisa como "merda" ou "caralho".
Fim do primeiro sonho.
Desta vez, o sonho era muito estranho. Muito estranho. Começava na casa em que morei até uns cinco anos atrás. Estava no banheiro do quarto dos meus pais, mas estava diferente. E com um vazamento muito grande na torneira da pia. Então, como num passe de mágica, essa parte do sonho acaba e de repente estou sentado numa mesa de jantar enorme, com diversas pessoas discutindo um assunto do qual não me lembro agora. E entre as pessoas da mesa estava Luana Piovani (ou Daniela Cicarelli ou qualquer outra dessas gostosas estúpidas) exibindo insistentemente os peitos. Não sei bem por quê. Enfim, ninguém dava a mínima para a gostosa e seguia o papo. Na mesa, todos falavam em inglês e as legendas estavam lá, direitinho.
Pelo menos soube que meu inconsciente comete menos erros de tradução e legendagem que muitos profissionais por aí.
19.11.06
Chingando
Chega de blasfêmias.
Agora, só quero blasfêmeas!
O senhor que se prepare, vou partir pras noviças rebeldes.
Agora, só quero blasfêmeas!
O senhor que se prepare, vou partir pras noviças rebeldes.
16.11.06
Botando banca
O lugar não é exatamente escondido, está num cenário improvável. No estacionamento de uma grande loja Nicom, no Brooklyn, à esquerda da entrada principal, se localiza a banca de Guerrinha, um colecionador especializado na mais longeva revista adulta do país, a Playboy.
Nesse ambiente ruidoso e excessivamente empoeirado Guerrinha estoca cerca de mil exemplares de Playboys, nacionais e americanas, além de muitas Sexy, Vip, Trip, alguns livros e uma coleção completa da enciclopédia Mirador, que comprou "com a intenção de ler. Achei que ia devorar todos, mas ainda não deu".
Sua primeira Playboy foi comprada em 1969, quando ele tinha 11 anos. É uma edição americana com uma bela capa psicodélica. Multicolorida. E o melhor é que ela pode ser sua por cem mangos. O que é relativamente barato se comparado com o valor de outras edições.
Algumas delas chegam a custar alguns milhares de reais. Isso se Guerrinha estiver disposto a vender. Pelo fato de ser um colecionador, ele preza pelo estoque. Segundo seu julgamento, às vezes é melhor guardar algumas edições de uma revista rara, digamos Lídia Brondi, para que ela se valorize.
Todas as edições da Playboy
Guerrinha possui, em sua casa, dentro de caixas e devidamente embaladas, mais de seis mil exemplares da Playboy. A maioria delas novas. E já adverte, "coleções completas são só 35". Da primeira, de 1978, com a gaúcha de longas cabeleiras Debra até a edição atual, com Danielle Sobreira na capa, estão todas lá.
Claro que algumas são mais marcantes que outras. Como Betty Faria, a primeira Playboy que ele vendeu. Ou Hortência, a musa do basquete, que segue virgem em vendas há mais de 14 anos, tempo que Guerrinha está nesta banca. Hortência é um caso que renderá um intertítulo próprio.
Guerrinha decide quais edições venderá pela lógica da oferta e da procura. A título de exemplo, a edição com Viviane Victorette na capa (setembro de 2005), apesar de recente, já é uma raridade. Em pouco mais de um ano, a tiragem esgotou, o que já é motivo suficiente para tirar a revista do status de vendável. "Nesses casos vai pra coleção."
Antes de se chamar Playboy era Homem e, ainda antes, Status, mas com um conceito de nudez bem mais comportado que o da revista do coelho, que também não mostra nus exatamente explícitos.
A pior Playboy de todas
Além de campeã de basquete e virgem de vendas na banca de Guerrinha, Hortência ainda ostenta alguns outros títulos. Ela é a estrela de quem ele possui mais cópias, "cerca de 66," ele arrisca.
Hortência detém o recorde de Playboy mais barata da banca (ele já vendeu um exemplar com a Xuxa na capa por dez mil reais): noventa centavos é o valor do desembolso pela nudez da rainha da cesta.
Confesso que fiquei tentado em adquirir uma cópia para mim. Afinal, uma Playboy que nunca foi vendida numa badalada banca de colecionador seria um troféu interessante na minha coleção juvenil. Mas as forças cósmicas do puritanismo foram mais fortes e Guerrinha não dispunha de nenhuma cópia. "Ela é tão feia que se esconde," conclui em tom de blague.
Passado o primeiro baque da frustração, tive de me contentar com uma edição -usada- de uma obscura revista Hunter com outra raridade na capa: Gretchen nua e grávida. Sete reais; a rainha do bumbum é bem mais cara que a rainha da cesta.
Concorrência desleal?
Guerrinha não revela qual a revista mais cara que já vendeu. Diz que foi por mais que dez mil reais, há pouco mais de dois meses e que o felizardo pagou a prestação. "Ele ainda tá pagando."
Guerrinha tem medo de outros colecionadores que possam querer passar a perna nele. "O cara vem aqui, conversa, faz que quer comprar, mas só quer saber por quanto eu tou vendendo." Esse é o motivo pelo qual ele não aceita cheques.
Para garantir seu estoque, ele também tem de comprar alguns exemplares. Recentemente, Guerrinha estava indignado porque pagou R$ 800,00 ("Paguei caro pra caramba!") por uma edição com Betty Faria, a segunda edição da Playboy nacional.
Antes mesmo de vender Playboys, ainda garoto, ele as alugava aos amiguinhos de escola. E continua fazendo isso, não mais para seus amiguinhos, mas para aqueles senhores que, como ele define, são os "tarados na hora". Por uma módica moedinha bicolor você pode ficar de 2 a 5 minutos com praticamente qualquer edição da Playboy. Algumas ele não aluga. Ou você pode desembolsar cem merréis e passar uma semana com a moça.
Mas Guerrinha pensa em encerrar essa atividade porque teve alguns problemas com clientes. "Alguns clientes devolviam a revista suja, com as páginas meio grudadas. Aí eu tentava descolar e rasgava tudo."
A banca de Playboys do Guerrinha fica aberta de domingo a domingo das 9 às 21 horas (menos aos domingos e feriados, quando fecha às 18h) na rua Ática, 42, Brooklyn. Se você pensou que, por causa daquela edição da Hortência que você não quis comprar, sua coleção fosse ficar incompleta, pense a respeito. Aliás, ele diz que já vendeu umas cinco ou seis coleções completas. Cada coleção custa, hoje, 25 mil reais.
Nesse ambiente ruidoso e excessivamente empoeirado Guerrinha estoca cerca de mil exemplares de Playboys, nacionais e americanas, além de muitas Sexy, Vip, Trip, alguns livros e uma coleção completa da enciclopédia Mirador, que comprou "com a intenção de ler. Achei que ia devorar todos, mas ainda não deu".
Sua primeira Playboy foi comprada em 1969, quando ele tinha 11 anos. É uma edição americana com uma bela capa psicodélica. Multicolorida. E o melhor é que ela pode ser sua por cem mangos. O que é relativamente barato se comparado com o valor de outras edições.
Algumas delas chegam a custar alguns milhares de reais. Isso se Guerrinha estiver disposto a vender. Pelo fato de ser um colecionador, ele preza pelo estoque. Segundo seu julgamento, às vezes é melhor guardar algumas edições de uma revista rara, digamos Lídia Brondi, para que ela se valorize.
Todas as edições da Playboy
Guerrinha possui, em sua casa, dentro de caixas e devidamente embaladas, mais de seis mil exemplares da Playboy. A maioria delas novas. E já adverte, "coleções completas são só 35". Da primeira, de 1978, com a gaúcha de longas cabeleiras Debra até a edição atual, com Danielle Sobreira na capa, estão todas lá.
Claro que algumas são mais marcantes que outras. Como Betty Faria, a primeira Playboy que ele vendeu. Ou Hortência, a musa do basquete, que segue virgem em vendas há mais de 14 anos, tempo que Guerrinha está nesta banca. Hortência é um caso que renderá um intertítulo próprio.
Guerrinha decide quais edições venderá pela lógica da oferta e da procura. A título de exemplo, a edição com Viviane Victorette na capa (setembro de 2005), apesar de recente, já é uma raridade. Em pouco mais de um ano, a tiragem esgotou, o que já é motivo suficiente para tirar a revista do status de vendável. "Nesses casos vai pra coleção."
Antes de se chamar Playboy era Homem e, ainda antes, Status, mas com um conceito de nudez bem mais comportado que o da revista do coelho, que também não mostra nus exatamente explícitos.
A pior Playboy de todas
Além de campeã de basquete e virgem de vendas na banca de Guerrinha, Hortência ainda ostenta alguns outros títulos. Ela é a estrela de quem ele possui mais cópias, "cerca de 66," ele arrisca.
Hortência detém o recorde de Playboy mais barata da banca (ele já vendeu um exemplar com a Xuxa na capa por dez mil reais): noventa centavos é o valor do desembolso pela nudez da rainha da cesta.
Confesso que fiquei tentado em adquirir uma cópia para mim. Afinal, uma Playboy que nunca foi vendida numa badalada banca de colecionador seria um troféu interessante na minha coleção juvenil. Mas as forças cósmicas do puritanismo foram mais fortes e Guerrinha não dispunha de nenhuma cópia. "Ela é tão feia que se esconde," conclui em tom de blague.
Passado o primeiro baque da frustração, tive de me contentar com uma edição -usada- de uma obscura revista Hunter com outra raridade na capa: Gretchen nua e grávida. Sete reais; a rainha do bumbum é bem mais cara que a rainha da cesta.
Concorrência desleal?
Guerrinha não revela qual a revista mais cara que já vendeu. Diz que foi por mais que dez mil reais, há pouco mais de dois meses e que o felizardo pagou a prestação. "Ele ainda tá pagando."
Guerrinha tem medo de outros colecionadores que possam querer passar a perna nele. "O cara vem aqui, conversa, faz que quer comprar, mas só quer saber por quanto eu tou vendendo." Esse é o motivo pelo qual ele não aceita cheques.
Para garantir seu estoque, ele também tem de comprar alguns exemplares. Recentemente, Guerrinha estava indignado porque pagou R$ 800,00 ("Paguei caro pra caramba!") por uma edição com Betty Faria, a segunda edição da Playboy nacional.
Antes mesmo de vender Playboys, ainda garoto, ele as alugava aos amiguinhos de escola. E continua fazendo isso, não mais para seus amiguinhos, mas para aqueles senhores que, como ele define, são os "tarados na hora". Por uma módica moedinha bicolor você pode ficar de 2 a 5 minutos com praticamente qualquer edição da Playboy. Algumas ele não aluga. Ou você pode desembolsar cem merréis e passar uma semana com a moça.
Mas Guerrinha pensa em encerrar essa atividade porque teve alguns problemas com clientes. "Alguns clientes devolviam a revista suja, com as páginas meio grudadas. Aí eu tentava descolar e rasgava tudo."
A banca de Playboys do Guerrinha fica aberta de domingo a domingo das 9 às 21 horas (menos aos domingos e feriados, quando fecha às 18h) na rua Ática, 42, Brooklyn. Se você pensou que, por causa daquela edição da Hortência que você não quis comprar, sua coleção fosse ficar incompleta, pense a respeito. Aliás, ele diz que já vendeu umas cinco ou seis coleções completas. Cada coleção custa, hoje, 25 mil reais.
ander_laine não tem a edição da hortência
14.11.06
Portrait
Isso é uma major.
Reproduzo a matéria na íntegra.
A matéria saiu na MacPress.
Reproduzo a matéria na íntegra.
A matéria saiu na MacPress.
CEO da Universal Music chama donos de iPod de ladrões
13 Nov 2006 às 13:05, por MacPress
Após a concordância da Microsoft em dividir com a gravadora Universal Music parte do lucro das vendas de seu tocador musical digital portátil Zune, o CEO da gravadora diz que usuários de aparelhos como o iPod nada mais fazem que roubar música.
Jonathan Cohen e Brian Garrity contam no Billboard que a Universal recusou-se a licenciar suas músicas para a Microsoft a menos que concordasse em pagar um percentual sobre a venda de cada unidade do Zune, além das taxas normais de licenciamento de músicas oferecidas para download e assinatura. Segundo os termos do acordo entre Microsoft e Universal, a gravadora será paga pela Microsoft mesmo se o usuário do Zune nunca colocar nele nenhum conteúdo distribuído pela Universal.
Segundo Cohen e Garrity, Doug Morris, CEO da Universal, teria justificado a cobrança dizendo que tocadores portáteis "são repositórios de música roubada e eles todos sabem disso. Então é hora de pagar por isso".
Cohen e Garrity informam também que a Universal espera receber mais de 1 dólar dos 250 da venda de cada aparelho e que fontes da gravadora confirmaram que metade disso será distribuída entre seus artistas.
Eles informam ainda que a Microsoft está trabalhando com todas as gravadoras, grandes e pequenas, para estabelecer acordos similares ao feito com a Universal.
Como a declaração de Morris foi dada antes do lançamento comercial do Zune, da Microsoft, que chega às lojas americanas amanhã (14/11), observadores entendem que Morris chamou de ladrões os usuários do tocador que domina o mercado, o iPod -- que é vendido com o aviso "Não roube música" --, enquanto acusa a Apple de cumplicidade.
Em 14 de setembro a consultoria Jupiter Research divulgou o relatório Proprietários de Tocadores Portáteis de Mídia - Entendendo os Hábitos de Compra dos Donos de iPod, sobre o qual seu autor, o analista Mark Mulligan, comentou no blog da empresa:
"Esse relatório obteve uma grande atenção da mídia, mostrando haver muito interesse no assunto. No entanto, algumas das reportagens foram bastante seletivas nas partes às quais deram destaque e algumas até usaram o relatório como evidência contra a Apple. Então, para que fique registrado, os pontos-chave do relatório são (em referência à Europa): os donos de tocadores de MP3 de todos os tipos (iPod inclusive) não compram muita música digital regularmente. Os donos de iPod realmente são mais propensos a comprar música que donos de outros tocadores MP3. O consumo de música grátis online [leia-se ilegal] é significativamente maior que o de música paga, significativamente mais dentre usuários de tocadores que não o iPod. Os donos desses aparelhos [genericamente falando] mais provavelmente preferem comprar CDs do que música digital."
Pesquisas mostram que a maioria das músicas encontradas em iPods não foram compradas online, mas extraídas de CDs adquiridos legalmente. Números da XTN Data divulgados em janeiro deste ano mostram que donos de iPod são significativamente menos propensos a roubar música online que os donos de outros tocadores MP3.
Jonathan Cohen e Brian Garrity contam no Billboard que a Universal recusou-se a licenciar suas músicas para a Microsoft a menos que concordasse em pagar um percentual sobre a venda de cada unidade do Zune, além das taxas normais de licenciamento de músicas oferecidas para download e assinatura. Segundo os termos do acordo entre Microsoft e Universal, a gravadora será paga pela Microsoft mesmo se o usuário do Zune nunca colocar nele nenhum conteúdo distribuído pela Universal.
Segundo Cohen e Garrity, Doug Morris, CEO da Universal, teria justificado a cobrança dizendo que tocadores portáteis "são repositórios de música roubada e eles todos sabem disso. Então é hora de pagar por isso".
Cohen e Garrity informam também que a Universal espera receber mais de 1 dólar dos 250 da venda de cada aparelho e que fontes da gravadora confirmaram que metade disso será distribuída entre seus artistas.
Eles informam ainda que a Microsoft está trabalhando com todas as gravadoras, grandes e pequenas, para estabelecer acordos similares ao feito com a Universal.
Como a declaração de Morris foi dada antes do lançamento comercial do Zune, da Microsoft, que chega às lojas americanas amanhã (14/11), observadores entendem que Morris chamou de ladrões os usuários do tocador que domina o mercado, o iPod -- que é vendido com o aviso "Não roube música" --, enquanto acusa a Apple de cumplicidade.
Em 14 de setembro a consultoria Jupiter Research divulgou o relatório Proprietários de Tocadores Portáteis de Mídia - Entendendo os Hábitos de Compra dos Donos de iPod, sobre o qual seu autor, o analista Mark Mulligan, comentou no blog da empresa:
"Esse relatório obteve uma grande atenção da mídia, mostrando haver muito interesse no assunto. No entanto, algumas das reportagens foram bastante seletivas nas partes às quais deram destaque e algumas até usaram o relatório como evidência contra a Apple. Então, para que fique registrado, os pontos-chave do relatório são (em referência à Europa): os donos de tocadores de MP3 de todos os tipos (iPod inclusive) não compram muita música digital regularmente. Os donos de iPod realmente são mais propensos a comprar música que donos de outros tocadores MP3. O consumo de música grátis online [leia-se ilegal] é significativamente maior que o de música paga, significativamente mais dentre usuários de tocadores que não o iPod. Os donos desses aparelhos [genericamente falando] mais provavelmente preferem comprar CDs do que música digital."
Pesquisas mostram que a maioria das músicas encontradas em iPods não foram compradas online, mas extraídas de CDs adquiridos legalmente. Números da XTN Data divulgados em janeiro deste ano mostram que donos de iPod são significativamente menos propensos a roubar música online que os donos de outros tocadores MP3.
Pirataria
Agora sou oficialmente um pirata.
Eu ripei uma versão quase completa do disco "O Filho de José e Maria" do Odair José. Na minha opinião, um dos mais importantes da carreira dele. E um dos mais polêmicos e esquecidos, também.
Enfim, são 42 MB. Dez arquivos mp3 com qualidade variável, em torno de 256 kbps. Dez canções.
Você encontra aqui, no RapidShare.
De forma que
Ainda que tivesse um propósito para fazer o que deveria, seria uma coisa efêmera, como muitas das coisas que fiz antes. Aquele velho senso de generosidade se foi. Tudo não passa mais de uma verdadeira hipocrisia filhadaputa.
E assim sigo vivendo. E vendo.
Desaprendendo. Apenas para perpetuar este legado.
E assim sigo vivendo. E vendo.
Desaprendendo. Apenas para perpetuar este legado.
Notícia urgente
Itália legaliza um baseado.
Mas só um.
Mas só um.
13.11.06
Holy shit!
Sabe a história do é só um peidinho?
Acontece com as gurias também...
Acontece que esse SWF não é SFW.
Mas você não vai conseguir parar de assistir.
Vi isso no S&H.
Acontece com as gurias também...
Acontece que esse SWF não é SFW.
Mas você não vai conseguir parar de assistir.
Vi isso no S&H.
9.11.06
Pouco...
...tempo.
Em menos de uma hora tenho de estar em outro lugar, muito melhor que este, diga-se de passagem, para presenciar o show do nosso guru espiritual, Odair José.
Em menos de uma hora tenho de estar em outro lugar, muito melhor que este, diga-se de passagem, para presenciar o show do nosso guru espiritual, Odair José.
6.11.06
Sem fuso
Agora, que o horário de verão entrou no ar, o blogspot não dá mais pau na hora.
Acho que eles foram meio precoces...
Acho que eles foram meio precoces...
Subtilezas
Legião Urbana não é depressivo.
É deprimente.
É deprimente.
1.11.06
Ainda com fuso
O blogspot segue com o relógio correndo à frente.
Será uma previsão futurística?
Será uma previsão futurística?
Curtindo loucamente
Hoje à tarde, a Sessão da Tarde fará jus a seu nome e apresentará o filme que talvez seja o maior clássico do gênero. Um ícone de nossa geração:
Curtindo a vida adoidado!
E vamos todos ver o Ferris! Algo me diz que devia cabular a aula de hoje...
31.10.06
Stripper amadora?
O começo é quase sexy. Mas, na hora em que a moçoila trepa no pau, fica cômico.
Totalmente SFW.
Totalmente SFW.
Conversões
Converta tudo que puder imaginar.
Saiba suas medidas ideais apenas com a largura do seu pulso (só para meninos).
Converta tamanhos de roupas em diferentes países.
Converta o teclado em ASCII.
E, o mais legal de todos: saiba a taxa de álcool em seu sangue.
Dá um pouco de trabalho pois o volume tem de ser dado em onças e o peso, em libras.
Mas dá pra ter uma idéia de quanto se pode beber, considerando que a página informa o volume de uma dose.
Saiba suas medidas ideais apenas com a largura do seu pulso (só para meninos).
Converta tamanhos de roupas em diferentes países.
Converta o teclado em ASCII.
E, o mais legal de todos: saiba a taxa de álcool em seu sangue.
Dá um pouco de trabalho pois o volume tem de ser dado em onças e o peso, em libras.
Mas dá pra ter uma idéia de quanto se pode beber, considerando que a página informa o volume de uma dose.
Com fuso horário
O blogspot tá adiantado uma hora.
Quer ver?
Agora são quinze para as duas.
Quer ver?
Agora são quinze para as duas.
Tipo assim...
... ahn... feliz ralouín?
Roquistar
Preciso me tornar logo um ídolo do gênero, só para ter a oportunidade de usar esse pequeno brinquedo.
30.10.06
Piadinha fora de hora
Não sou comediante nem engraçadinho. Tento, vez ou outra, falar alguma coisa que possa gerar um esboço de sorriso, ao menos.
Devia ter dito isso antes, no calor do momento de apuração eleitoral primeiro-turnesca. Mas passou a chance e digo agora.
Ainda bem que o senador eleito por São Paulo foi Suplicy. Isso evita que fiquemos encAFIFados.
Talvez o Macaco Simão tenha feito a piada. Não sei, não li.
Aliás, sei outra piada boa sobre Guilherme Afif Domingos.
Conta Delfim Netto que, numa de suas aventuras ministeriais, aguardava, pacientemente, por seu carro na frente do Palácio da Alvorada. Ao que vê um táxi se aproximando. Abre aspas e bota a frase na boca do Delfim: "Então eu vi um táxi vazio passando. E dentro dele estava Guilherme Afif Domingos."
Devia ter dito isso antes, no calor do momento de apuração eleitoral primeiro-turnesca. Mas passou a chance e digo agora.
Ainda bem que o senador eleito por São Paulo foi Suplicy. Isso evita que fiquemos encAFIFados.
Talvez o Macaco Simão tenha feito a piada. Não sei, não li.
Aliás, sei outra piada boa sobre Guilherme Afif Domingos.
Conta Delfim Netto que, numa de suas aventuras ministeriais, aguardava, pacientemente, por seu carro na frente do Palácio da Alvorada. Ao que vê um táxi se aproximando. Abre aspas e bota a frase na boca do Delfim: "Então eu vi um táxi vazio passando. E dentro dele estava Guilherme Afif Domingos."
Le fin du tout
O título diz tudo. Acabou, só não sei bem o quê.
27.10.06
Capitalista consumista desenfreado
Este deve ser, depois do t-shirt hell, o saite mais legal de camisetas.
Tá tudo lá: Ferris Bueller, o clube dos cinco, os autobots & os decepticons, o olho de thundera, o mario, Clubber Lang... tem até o escudo do capitão américa e o anel do lanterna verde. Tem até a Punky Brewster (na versão desenho e live action).
Curti muito. Aliás, saiba mais sobre Soleil Moon-Frye, a Punky do seriado. IMDb, fotos, fake.
Quero um de cada.
Tá tudo lá: Ferris Bueller, o clube dos cinco, os autobots & os decepticons, o olho de thundera, o mario, Clubber Lang... tem até o escudo do capitão américa e o anel do lanterna verde. Tem até a Punky Brewster (na versão desenho e live action).
Curti muito. Aliás, saiba mais sobre Soleil Moon-Frye, a Punky do seriado. IMDb, fotos, fake.
Quero um de cada.
18.10.06
Fábulas cotidianas
Talvez já tenha contado esta singela história por aqui. Não me importo, a história é boa e, mesmo que não inédita, será rescrita, oquei?
Fim do disclêimer.
Calor demais, o que é deveras inusitado para o horário. Dezoito horas; cerca de. O dia tinha sido um perrengue, nada de novo, no entanto. O ônibus, normalmente vazio o suficiente para que os assentos sobrem, não escapava do clichê conhecido por hora do rush. Sendo assim, tinha de me portar em pé, ligeiramente corcunda devido ao esgotamento físico do fim do dia. Para piorar a situação, o trânsito era outro fator social inescapável do clichê acima citado.
Já estava no ônibus havia mais de oito minutos e ele percorrera menos do que eu percorreria se estivesse andando, mas isso não importa. Anda um pouquinho, pára um tempão. De repente eu vi uma garota atravessando a rua, vindo em sentido oposto à mão de direção. Uma figura bastante familiar. Uma amiga, talvez. Mas você imediatamente descarta essa idéia, afinal, quais as chances de acontecer um encontro bizarro desses?
De qualquer maneira, para se certificar de que ela não era minha amiga, continuei seguindo-a com os olhos. Para minha surpresa, ao chegar á sarjeta, um tropeção, um capote, um rolamento e ela pára no chão, meio de quatro. Seus óculos voam para fora de seu rosto e ela mantém aquele ar abobado que toda vítima de queda assume imediatamente após o acidente.
Sim, de fato era quem eu pensava que fosse e havia descartado. Ela era mesma e ela havia acabado de levar um capote indescritível bem na minha frente. E o que é melhor: sem saber que estava sendo observada. Ela se levanta meio sem saber o que aconteceu e segue seu caminho. Eu apenas rio discretamente dentro do coletivo.
Ainda em estado de riso, pego meu celular e procuro pelo número dela. Aperto o botão verde e espero que ela atenda:
-Alô?
-E aí, tudo bem?
-Nossa, quanto tempo! Mas e aí, o que conta de bom?
-Você tá machucada?
-Como assim?
-É que você levou um capote fantástico agorinha mesmo...
-Ah, seu filhadaputa! Nunca me liga e quando liga é pra falar isso! Mas... como você viu?
Já estava no ônibus havia mais de oito minutos e ele percorrera menos do que eu percorreria se estivesse andando, mas isso não importa. Anda um pouquinho, pára um tempão. De repente eu vi uma garota atravessando a rua, vindo em sentido oposto à mão de direção. Uma figura bastante familiar. Uma amiga, talvez. Mas você imediatamente descarta essa idéia, afinal, quais as chances de acontecer um encontro bizarro desses?
De qualquer maneira, para se certificar de que ela não era minha amiga, continuei seguindo-a com os olhos. Para minha surpresa, ao chegar á sarjeta, um tropeção, um capote, um rolamento e ela pára no chão, meio de quatro. Seus óculos voam para fora de seu rosto e ela mantém aquele ar abobado que toda vítima de queda assume imediatamente após o acidente.
Sim, de fato era quem eu pensava que fosse e havia descartado. Ela era mesma e ela havia acabado de levar um capote indescritível bem na minha frente. E o que é melhor: sem saber que estava sendo observada. Ela se levanta meio sem saber o que aconteceu e segue seu caminho. Eu apenas rio discretamente dentro do coletivo.
Ainda em estado de riso, pego meu celular e procuro pelo número dela. Aperto o botão verde e espero que ela atenda:
-Alô?
-E aí, tudo bem?
-Nossa, quanto tempo! Mas e aí, o que conta de bom?
-Você tá machucada?
-Como assim?
-É que você levou um capote fantástico agorinha mesmo...
-Ah, seu filhadaputa! Nunca me liga e quando liga é pra falar isso! Mas... como você viu?
17.10.06
Brincadeirinha
Era uma terça-feira, 26 de setembro. Choperia do Sesc Pompéia, zona oeste de Sampa. Projeto Prata da Casa, com curadoria do Pedro Alexandre Sanches. Um show gratuito, com um público relativamente bom, considerando que a artista a se apresentar era uma total desconhecida.
Érika Machado, que é de Belo Horizonte (MG), iria fazer sua primeira apresentação na capital paulista, além de lançar seu primeiro álbum, No cimento. Por volta das 21 horas, sua banda, formada por cinco músicos, subiu ao palco. Ouviram-se os primeiros acordes do som de Érika.
Instantes depois, escaleta azul na mão, Érika aparece. Tem feições de menininha: pequenininha, roupinhas delicadamente infantis, vozinha de criança e uma mania chatinha de usar muitas palavras no diminutivo.
Érika Machado é, além de cantora e compositora, artista plástica. Talvez, seja artista plástica, sobretudo. Seu envolvimento com a música começou em 2003, ano em que ela e outros 11 artistas de BH publicaram um jornal em que divulgavam que cada um deles colocaria sua obra em um ponto da cidade. Érika gravou um “disquinho” (sic) e o pôs à venda em alguns camelôs. Ela mesma ressalta: “Mas não era camelô de disco pirata, era camelô de disco usado”. Com esse projeto, ela vendeu 750 cópias do EP (Extended Play). Sob qual título? O disquinho.
Sua música soa como algo já ouvido antes, talvez seja essa sonoridade mais ou menos mineira de que bandas como Pato Fu e Skank compartilham, em maior ou menor escala. Na verdade, soa bastante como a banda de John Ulhôa e Fernanda Takai.
Uma rápida olhada na filipeta distribuída pelo Sesc e o óbvio se fabrica: John Ulhôa produziu No cimento. Multiinstrumentista competente, produtor afiado e antenado, John conseguiu -não sei se deliberadamente- imprimir à música de Érika bastante da sonoridade do Pato Fu, seja pela instrumentação semelhante ou pelos arranjos cheios de climinhas e nuances. Talvez eu apenas esteja dizendo isso porque Érika deixa no ar a (forte) impressão de querer -e conseguir- imitar Fernanda Takai.
Dos “disquinhos” de camelô para um “discão” de gravadora, com produtor bacana e tudo, foi um passinho. Érika conseguiu patrocínio da Lei Estadual de Cultura de MG e o resto é história.
Mas qual a história por trás da música dela?
Como é artista plástica, Érika fez as ilustrações de seu disco, de sua página na internet e o pano de fundo que usa no palco. Tudo muito lúdico. Infantil, mesmo. E isso não é um juízo de valor. Basta ver o exemplo da letra de Eu (o Pato Fu tem uma canção homônima):
“Eu não sabe de tudo/Eu não sabe de nada/Eu sabe muito bem de tudo que acha legal//Eu se entristece/Depois eu esquece/Eu vai sair por aí pra passear se divertir/Eu vai sair por aí vai passear se divertir”
Essa é sua melhor letra. A linguagem é toda marcada pela fala da criança, o que casa muito bem com sua vozinha. Harmonicamente, a canção também é boa, com momentos quase acústicos e trechos pesados, com guitarra distorcida. Mas o curioso -e talvez aí entre a mão do produtor John- é que, embora distorcida, não perde definição e com isso mantém em destaque a singeleza do vocal.
O trabalho de Érika como artista plástica também é recheado de referências lúdicas. Aliás, estava o usando o termo infantil e não lúdico. Ela já tentou distribuir por BH uma moeda fictícia que batizou de “fabriqueta”. Em No cimento, ela incorporou também sons que nos remetem a nossas mais tenras idades: barulhinhos de vídeo-games, timbres eletrônicos sutis e sua própria escaleta azul dão um ar carinhoso às músicas.
Veste-se como uma garota inocente. Mas em sua inocência, já se vêem traços de indignação e de carência de gente grande. Escute canções como Robertinha, que questiona a lógica do consumismo e Enquanto tudo acontece e o tempo que passa passa passa. E ela é mesmo inocente, basta ouvir a ingênua sinceridade de Secador, maçã e lente para compreender que a criança pode ensinar muito ao adulto em que existe.
Érika Machado não é nenhuma novidade. Ela não traz nada de novo em termos de estilo ou de poesia. E, ainda assim, sua música agrada de imediato. Talvez não gere fãs ardorosos, talvez não grave outro disco, mas deixa uma boa impressão. Érika Machado não é como Mafalda ou Calvin. Muito menos Charlie Brown. Ela se comporta como a criança que lança a pergunta mais impertinente da maneira mais amoral possível. E com um sorriso largo na cara.
Érika Machado, que é de Belo Horizonte (MG), iria fazer sua primeira apresentação na capital paulista, além de lançar seu primeiro álbum, No cimento. Por volta das 21 horas, sua banda, formada por cinco músicos, subiu ao palco. Ouviram-se os primeiros acordes do som de Érika.
Instantes depois, escaleta azul na mão, Érika aparece. Tem feições de menininha: pequenininha, roupinhas delicadamente infantis, vozinha de criança e uma mania chatinha de usar muitas palavras no diminutivo.
Érika Machado é, além de cantora e compositora, artista plástica. Talvez, seja artista plástica, sobretudo. Seu envolvimento com a música começou em 2003, ano em que ela e outros 11 artistas de BH publicaram um jornal em que divulgavam que cada um deles colocaria sua obra em um ponto da cidade. Érika gravou um “disquinho” (sic) e o pôs à venda em alguns camelôs. Ela mesma ressalta: “Mas não era camelô de disco pirata, era camelô de disco usado”. Com esse projeto, ela vendeu 750 cópias do EP (Extended Play). Sob qual título? O disquinho.
Sua música soa como algo já ouvido antes, talvez seja essa sonoridade mais ou menos mineira de que bandas como Pato Fu e Skank compartilham, em maior ou menor escala. Na verdade, soa bastante como a banda de John Ulhôa e Fernanda Takai.
Uma rápida olhada na filipeta distribuída pelo Sesc e o óbvio se fabrica: John Ulhôa produziu No cimento. Multiinstrumentista competente, produtor afiado e antenado, John conseguiu -não sei se deliberadamente- imprimir à música de Érika bastante da sonoridade do Pato Fu, seja pela instrumentação semelhante ou pelos arranjos cheios de climinhas e nuances. Talvez eu apenas esteja dizendo isso porque Érika deixa no ar a (forte) impressão de querer -e conseguir- imitar Fernanda Takai.
Dos “disquinhos” de camelô para um “discão” de gravadora, com produtor bacana e tudo, foi um passinho. Érika conseguiu patrocínio da Lei Estadual de Cultura de MG e o resto é história.
Mas qual a história por trás da música dela?
Como é artista plástica, Érika fez as ilustrações de seu disco, de sua página na internet e o pano de fundo que usa no palco. Tudo muito lúdico. Infantil, mesmo. E isso não é um juízo de valor. Basta ver o exemplo da letra de Eu (o Pato Fu tem uma canção homônima):
“Eu não sabe de tudo/Eu não sabe de nada/Eu sabe muito bem de tudo que acha legal//Eu se entristece/Depois eu esquece/Eu vai sair por aí pra passear se divertir/Eu vai sair por aí vai passear se divertir”
Essa é sua melhor letra. A linguagem é toda marcada pela fala da criança, o que casa muito bem com sua vozinha. Harmonicamente, a canção também é boa, com momentos quase acústicos e trechos pesados, com guitarra distorcida. Mas o curioso -e talvez aí entre a mão do produtor John- é que, embora distorcida, não perde definição e com isso mantém em destaque a singeleza do vocal.
O trabalho de Érika como artista plástica também é recheado de referências lúdicas. Aliás, estava o usando o termo infantil e não lúdico. Ela já tentou distribuir por BH uma moeda fictícia que batizou de “fabriqueta”. Em No cimento, ela incorporou também sons que nos remetem a nossas mais tenras idades: barulhinhos de vídeo-games, timbres eletrônicos sutis e sua própria escaleta azul dão um ar carinhoso às músicas.
Veste-se como uma garota inocente. Mas em sua inocência, já se vêem traços de indignação e de carência de gente grande. Escute canções como Robertinha, que questiona a lógica do consumismo e Enquanto tudo acontece e o tempo que passa passa passa. E ela é mesmo inocente, basta ouvir a ingênua sinceridade de Secador, maçã e lente para compreender que a criança pode ensinar muito ao adulto em que existe.
Érika Machado não é nenhuma novidade. Ela não traz nada de novo em termos de estilo ou de poesia. E, ainda assim, sua música agrada de imediato. Talvez não gere fãs ardorosos, talvez não grave outro disco, mas deixa uma boa impressão. Érika Machado não é como Mafalda ou Calvin. Muito menos Charlie Brown. Ela se comporta como a criança que lança a pergunta mais impertinente da maneira mais amoral possível. E com um sorriso largo na cara.
ander_laine gostou do show. Talvez não o visse outra vez.
em off: sutil mudança de diagramação. Percebeu?
Uma luz
Fabian Chacur, do Mondopop, disse o que eu queria dizer. Com muito mais reverência, no entanto.
Leia na íntegra, ou clique neste linque.
em off: quanta elegância pra desancar um bastião, em? fraldas GERIÁTRICAS apóia esse tipo de "desconstrução". E é claro que, por aqui, nenhuma imagem do santo do pau-oco. Siga com fraldas GERIÁTRICAS, panfletário sem doutrina ou ideologia. E, especialmente, sem reLigião urbana.
em off2: péssimo torcadilho, tão ruim quanto a "homenagem"...
Leia na íntegra, ou clique neste linque.
Renato continua Russo, dez anos depois
Logo de cara, para não gerar comentários do tipo “insensível” ou “desrespeitoso”, deixo claro que lamento muito o fato de Renato Manfredini Jr. ter nos deixado há dez anos, em 11 de outubro de 1996. Sei a dor de perder entes queridos, pois já perdi pai, mãe e irmão. Mas isto aqui é site de música, então, vamos ao que interessa, a pergunta que não quer calar: dez anos após a morte de seu líder, o que nos resta da Legião Urbana? Mais ou menos o mesmo do que existia na época, ou seja, pouco ou quase nada.
Desde o seu início, nos anos 80, Legião Urbana sempre foi sinônimo de culto messiânico, de poesia de plástico, de musicalidade tosca e derivativa. Os fraquíssimos músicos Dado Villa-Lobos (que ironia um guitarrista tão limitado ter um sobrenome dessa nobreza em termos musicais…) e Marcelo Bonfá, acompanhados pelos Carlos Trilhas e Negretes da vida, só geraram pastiches absurdamente iguais ao som de outros artistas. Ou alguém vai ter a cara dura de negar que Ainda é Cedo é U2 cuspido e escarrado? Ou que Índios é New Order mal xerocado? Ou ainda que Tempo Perdido chupinha The Smiths sem a menor cerimônia? E por aí vão os exemplos. E não estou falando em influências, algo plenamente normal em música, e sim em cópias descaradas, malfeitas, sem imaginação.
Quanto às letras, Renato Russo sempre foi muito inteligente, e soube escrever gororobas panfletárias e messiânicas que conseguiram cativar adolescentes incautos, que não tiveram a oportunidade de conferir poetas roqueiros de verdade, tipo Bob Dylan, Cazuza, John Lennon ou Raul Seixas. Não por acaso, sempre chamei o grupo de Legião Urbana da Boa Vontade, e seu líder, de Pastor Russo. Quem leu as inúmeras entrevistas que o cantor e compositor deu, em seus 35 anos de vida, sabe que ele nunca negou seu lado manipulador, marqueteiro, maligno, até. E conseguiu atingir seu intuito, graças a um inegável talento para vomitar clichês, uma voz ótima e de dicção perfeita e um carisma também difícil de ser rejeitado. Lógico que, nos discos gravados pela Urban Legio, há bons momentos, tipo Eduardo e Mônica , Música Urbana 2 , Metal Contra As Nuvens , mas são tão poucos, comparados com os ruins, que não justificam tanto culto. Ser humano Renato Russo à parte, Legião Urbana não faz falta alguma ao rock brasileiro atual. Que descanse em paz.
Desde o seu início, nos anos 80, Legião Urbana sempre foi sinônimo de culto messiânico, de poesia de plástico, de musicalidade tosca e derivativa. Os fraquíssimos músicos Dado Villa-Lobos (que ironia um guitarrista tão limitado ter um sobrenome dessa nobreza em termos musicais…) e Marcelo Bonfá, acompanhados pelos Carlos Trilhas e Negretes da vida, só geraram pastiches absurdamente iguais ao som de outros artistas. Ou alguém vai ter a cara dura de negar que Ainda é Cedo é U2 cuspido e escarrado? Ou que Índios é New Order mal xerocado? Ou ainda que Tempo Perdido chupinha The Smiths sem a menor cerimônia? E por aí vão os exemplos. E não estou falando em influências, algo plenamente normal em música, e sim em cópias descaradas, malfeitas, sem imaginação.
Quanto às letras, Renato Russo sempre foi muito inteligente, e soube escrever gororobas panfletárias e messiânicas que conseguiram cativar adolescentes incautos, que não tiveram a oportunidade de conferir poetas roqueiros de verdade, tipo Bob Dylan, Cazuza, John Lennon ou Raul Seixas. Não por acaso, sempre chamei o grupo de Legião Urbana da Boa Vontade, e seu líder, de Pastor Russo. Quem leu as inúmeras entrevistas que o cantor e compositor deu, em seus 35 anos de vida, sabe que ele nunca negou seu lado manipulador, marqueteiro, maligno, até. E conseguiu atingir seu intuito, graças a um inegável talento para vomitar clichês, uma voz ótima e de dicção perfeita e um carisma também difícil de ser rejeitado. Lógico que, nos discos gravados pela Urban Legio, há bons momentos, tipo Eduardo e Mônica , Música Urbana 2 , Metal Contra As Nuvens , mas são tão poucos, comparados com os ruins, que não justificam tanto culto. Ser humano Renato Russo à parte, Legião Urbana não faz falta alguma ao rock brasileiro atual. Que descanse em paz.
em off: quanta elegância pra desancar um bastião, em? fraldas GERIÁTRICAS apóia esse tipo de "desconstrução". E é claro que, por aqui, nenhuma imagem do santo do pau-oco. Siga com fraldas GERIÁTRICAS, panfletário sem doutrina ou ideologia. E, especialmente, sem reLigião urbana.
em off2: péssimo torcadilho, tão ruim quanto a "homenagem"...
Cara de velório
Tá meio moribundo isso aqui, não?
3.10.06
Elétrico-acústico
O Mauro Ferreira cantou a bola.
Eu chupinho na íntegra para vocês.
E deixo a pensadura no ar:
"Se isso for mesmo o que estou pensando, vai ser foda!!!"
Leia na íntegra:
E isso também confirma minha previsão esquizofrênica-dicotômica da linha setenta e três.
em off: eu dei uma ligeira editada no texto original porque havia um errinho mínimo de digitação. Como era no título do álbum e, também, na primeira palavra do texto, achei importante editar.
Eu chupinho na íntegra para vocês.
E deixo a pensadura no ar:
"Se isso for mesmo o que estou pensando, vai ser foda!!!"
Leia na íntegra:
Foo Fighters lança disco eletroacústico
Skin and Bones é o título do projeto eletroacústico que o grupo Foo Fighters vai lançar em novembro, nos formatos de CD e DVD. A gravação foi feita ao vivo, em agosto, em três shows da banda no Pantages Theater, em Los Angeles (EUA). O CD reúne 15 músicas, incluindo Marigold, lado B tirado por Dave Grohl do baú do Nirvana.
Pela ordem, as 15 faixas do disco são Razor, Over & Out, Walking After You, Marigold, My Hero, Next Year, Another Round, Big Me, Cold Day in the Sun, Skin and Bones, February Stars, Times Like These, Friend of a Friend, Best of You e Everlong.
Pela ordem, as 15 faixas do disco são Razor, Over & Out, Walking After You, Marigold, My Hero, Next Year, Another Round, Big Me, Cold Day in the Sun, Skin and Bones, February Stars, Times Like These, Friend of a Friend, Best of You e Everlong.
E isso também confirma minha previsão esquizofrênica-dicotômica da linha setenta e três.
em off: eu dei uma ligeira editada no texto original porque havia um errinho mínimo de digitação. Como era no título do álbum e, também, na primeira palavra do texto, achei importante editar.
Plágio
Não, não é metalingüística pura. Não dessa vez. Embora tudo -aqui- seja um plágio.
Enfim, vamos ao post:
Existe esse sujeito, Weird Al Yancovic. Ele faz a vida parodiando sucessos musicais. Sem poupar ninguém. Madonna, Nirvana, RHCP, Miguelzinho Jacó, Eminem, entre muitos e muitos outros já foram alvo do senhor. Que, infelizmente, não ostenta mais seu bigode estilo cafa.
Resolvi copiar a idéia. Minha nova banda só fará plágios de sucessos musicais. Devidamente subvertidos por mim, é claro. Então, quando esses indivíduos jornalistas forem me entrevistar, poderei dizer, cheio de orgulho que não faço cover, nem paródia e nem mesmo versão. Direi que faço aversão.
Enfim, vamos ao post:
Existe esse sujeito, Weird Al Yancovic. Ele faz a vida parodiando sucessos musicais. Sem poupar ninguém. Madonna, Nirvana, RHCP, Miguelzinho Jacó, Eminem, entre muitos e muitos outros já foram alvo do senhor. Que, infelizmente, não ostenta mais seu bigode estilo cafa.
Resolvi copiar a idéia. Minha nova banda só fará plágios de sucessos musicais. Devidamente subvertidos por mim, é claro. Então, quando esses indivíduos jornalistas forem me entrevistar, poderei dizer, cheio de orgulho que não faço cover, nem paródia e nem mesmo versão. Direi que faço aversão.
Atitude
Há algo muito sério & importante que precisa ser feito.
Enão me refiro a evacuar.
Enão me refiro a evacuar.
Um parágrafo, uma metáfora, uma vida
No caso, a minha
Minha vida é meu quarto. Meus oito cedês estão espalhados pela casa, completamente inclassificáveis (qualquer que seja o critério). Não dispenso o devido carinho que deveria com minhas coleções de bolachas de chope, rótulos de birra e cardápios. Não organizo os livros que se amontoam pela escrivaninha. Não leio os livros que preciso.
E não consigo seguir os planos estabelecidos. Viu? Até fazendo um único parágrafo eu me contradigo.
E não consigo seguir os planos estabelecidos. Viu? Até fazendo um único parágrafo eu me contradigo.
29.9.06
Arrá!
20.9.06
Modinha
Descobri um jeito de ganhar dinheiro seguindo as tendências sem deixar de fazer uma coisa diferente.
Vou montar uma banda de emo-surf music.
O nome? Muito fácil:
Emocean.
Vou montar uma banda de emo-surf music.
O nome? Muito fácil:
Emocean.
Puta blogue
ou, blogue de puta
Esqueça a feiosa da Bruna Surfistinha.
Essa é uma puta puta gostosa. De Macaé, o que dificulta um pouco as coisas pra nós, em?
Com direito a borboleta na ostra.
Essa é uma puta puta gostosa. De Macaé, o que dificulta um pouco as coisas pra nós, em?
Com direito a borboleta na ostra.
Preciso
Dar um jeito nessa merda.
Tá um saco, não agüento mais a cara desse blogue.
Enjoou.
Tá um saco, não agüento mais a cara desse blogue.
Enjoou.
Fetiche
Ando numa fase meio estranha na minha vida.
Não é exatamente que esteja me sentindo paternal. É apenas que tenho me interessado por fotos eróticas de grávidas.
Sim, ando tendo tesão por grávidas.
Então, como que num conluio cósmico, econtro, no Attu (o link tá por aí, procure), uma bela -e gigante- galeria de fotos eróticas de grávidas.
UAU!!!
Confira.
Aqui.
Não é exatamente que esteja me sentindo paternal. É apenas que tenho me interessado por fotos eróticas de grávidas.
Sim, ando tendo tesão por grávidas.
Então, como que num conluio cósmico, econtro, no Attu (o link tá por aí, procure), uma bela -e gigante- galeria de fotos eróticas de grávidas.
UAU!!!
Confira.
Aqui.
Pior saite do mundo?
Foi publicado sexta na PC World uma lista com as 25 piores páginas da web.
Confira aqui.
Curiosamente, este blogue, que não se gaba de nada, não aparece.
Das duas, uma. Ou algo de muito errado & sinistro ronda a web, ou esse blogue é mesmo um lixo e nem merece figurar entre os piores do mundo.
Embora seja.
Confira aqui.
Curiosamente, este blogue, que não se gaba de nada, não aparece.
Das duas, uma. Ou algo de muito errado & sinistro ronda a web, ou esse blogue é mesmo um lixo e nem merece figurar entre os piores do mundo.
Embora seja.
15.9.06
Apolítica
Odeio fazer esse tipo de coisa por aqui: panfletar. Não acho que seja o local mais adequado, nem acho que meus juízos a respeito de política têm importância. Também acho que, em momentos de falar sério como este, meus comentários podem soar um pouco deslocados, já que não sou exatamente sério. E este blogue, muito menos.
Mas...
O que vou colocar aqui é o meu momento de ódio (lembram de 1984?). Não acredito que ficaremos MAIS quatro anos reféns de gente descompromissada. Não estou falando só dos compromissos públicos assinados em cartório. Estou falando do compromisso com o povo.
Odeio este senhor, todos os seus asseclas e tudo que seu partido representa. Claro que você, que lê atentamente (!!!) essa merda, já sabe de quem estou falando.
Não vou colocar a janelinha do YouTube aqui porque odiaria ver a cara deste senhor no meu blogue. Há limites para as coisas. Até porque o primeiro indivíduo que aparece na tela é outro ser que adoro odiar: o reaça-mór Boris Casoy.
Sim, ele é uma vergonha (falar com as bochechas balançando, como o próprio Boris. Que não é Karloff, mas muito menos digno e muito mais assustador).
Então, cliquem aqui e vejam do que estou falando exatamente. Demora só um minuto e cinqüenta segundos. Menos do que um mandato.
Mas...
O que vou colocar aqui é o meu momento de ódio (lembram de 1984?). Não acredito que ficaremos MAIS quatro anos reféns de gente descompromissada. Não estou falando só dos compromissos públicos assinados em cartório. Estou falando do compromisso com o povo.
Odeio este senhor, todos os seus asseclas e tudo que seu partido representa. Claro que você, que lê atentamente (!!!) essa merda, já sabe de quem estou falando.
Não vou colocar a janelinha do YouTube aqui porque odiaria ver a cara deste senhor no meu blogue. Há limites para as coisas. Até porque o primeiro indivíduo que aparece na tela é outro ser que adoro odiar: o reaça-mór Boris Casoy.
Sim, ele é uma vergonha (falar com as bochechas balançando, como o próprio Boris. Que não é Karloff, mas muito menos digno e muito mais assustador).
Então, cliquem aqui e vejam do que estou falando exatamente. Demora só um minuto e cinqüenta segundos. Menos do que um mandato.
11.9.06
Morreu morrido
Não é exatamente bom. Mas duvido que alguém ache verdadeiramente ruim.
Sou contra pena de morte, mas que esse caso, particularmente, deixa um gostinho de justiça na boca, isso deixa.
Confira na Folha Online.
E com foto e um pouco mais de informação, na Agência Estado.
Vamos ver se o papai do céu vai absovê-lo também.
Cento e onze, malandro!!!
Mais uma coisa: pra você não esquecer da cara dele.
E pra você não esquecer o que ele fez (via CMI).
Sou contra pena de morte, mas que esse caso, particularmente, deixa um gostinho de justiça na boca, isso deixa.
Confira na Folha Online.
E com foto e um pouco mais de informação, na Agência Estado.
Vamos ver se o papai do céu vai absovê-lo também.
Cento e onze, malandro!!!
Mais uma coisa: pra você não esquecer da cara dele.
E pra você não esquecer o que ele fez (via CMI).
4.9.06
Esforço
Tudo que não se faz porque não se faria, mesmo.
3.9.06
Meio caminho andado
Bem, já temos três faixas prontas para o consumo.
Mentira, meramente experimentais.
Mentira, ainda falta masterizar a parada.
E há ainda três outras faixas pra mixar & masterizar.
Temos que regravar as vozes também...
Ficaram boas, melhor do que poderíamos imaginar.
Mentira, meramente experimentais.
Mentira, ainda falta masterizar a parada.
E há ainda três outras faixas pra mixar & masterizar.
Temos que regravar as vozes também...
Ficaram boas, melhor do que poderíamos imaginar.
1.9.06
Nu artístico
Sim, são mulheres nuas, mas as fotos são tão bonitas que isso não importa.
Mesmo.
Mesmo.
31.8.06
Stanley Kubrick
Um filme hermético (puxa, adoro essa palavra), de difícil intelecção, especialmente para aqueles que não leram o livro.
Mas fique tranqüilo que seus problemas se acabaram.
Recebi hoje por imeio uma animação em flash que dá uma explicação pro filme.
Claro que você, leitor astuto, sacou tudo que acontece na tela. Eu, não. Por isso assisti ao tal explanatório. Recomendo. É bom, bonito e joga, de fato, uma luz sobre esse monolito do cinema (putz, a metáfora foi péssima!).
Veja aqui:
http://www.kubrick2001.com/index.html
Sem link, pra você não depender tanto de suas ferramentas. Ah, vai entender...
Se quiser saber mais:
http://www.clarkefoundation.org/
http://imdb.com/find?s=all&q=2001+space+odyssey
30.8.06
Sem ter o que fazer?
Tá sem nada pra fazer, perdendo tempo pela net?
Quer uma sugestão?
Vá até a amazon.com, escolha a loja de instrumentos musicais e, dentro dela, selecione o sub-menu (?) World Instruments.
E veja instrumentos "étnicos". Do mundo todo.
E descubra que um simples tamborim (sim, tamborim, mesmo. Não o pandeiro que se chama, em inglês, tambourine) custa 53 doletas. Tudo bem que é da Remo, mas mesmo assim.
Não vou dar o link, não. Mexa esses dedos gordos e tendinitosos.
Quer uma sugestão?
Vá até a amazon.com, escolha a loja de instrumentos musicais e, dentro dela, selecione o sub-menu (?) World Instruments.
E veja instrumentos "étnicos". Do mundo todo.
E descubra que um simples tamborim (sim, tamborim, mesmo. Não o pandeiro que se chama, em inglês, tambourine) custa 53 doletas. Tudo bem que é da Remo, mas mesmo assim.
Não vou dar o link, não. Mexa esses dedos gordos e tendinitosos.
29.8.06
Aldir Blanc
Um dos monstros sagrados da cultura nacional.
Mentira. Sagrado, não. Graças a deus.
De qualquer forma, um dos bastiões da cultura. Na minha inútil opinião, um gênio das letras. Vá ouvir as coisas que ele escreveu, antes.
Enfim, não estou aqui pra incensar o rapaz. Embora não me furte de tal agrado. Estamos aqui reunidos para divulgar -para ninguém, é claro- este textículo de resposta ao velhaco Toninho Malvadeza, acm (com minúsculas, pelo mesmo motivo que grafo deus em minúsculas. Mentira, é por outro: no caso de deus, por descrença e ofensa a quem nele crê. No de acm, por ofensa a ele mesmo, que nele crê).
Saiu no Observatório. Publico aqui na íntegra.
Mentira. Sagrado, não. Graças a deus.
De qualquer forma, um dos bastiões da cultura. Na minha inútil opinião, um gênio das letras. Vá ouvir as coisas que ele escreveu, antes.
Enfim, não estou aqui pra incensar o rapaz. Embora não me furte de tal agrado. Estamos aqui reunidos para divulgar -para ninguém, é claro- este textículo de resposta ao velhaco Toninho Malvadeza, acm (com minúsculas, pelo mesmo motivo que grafo deus em minúsculas. Mentira, é por outro: no caso de deus, por descrença e ofensa a quem nele crê. No de acm, por ofensa a ele mesmo, que nele crê).
Saiu no Observatório. Publico aqui na íntegra.
Leva, meu samba, meu mensageiro, esse recado...
Aldir Blanc em 29/8/2006
O Sena-Sênior ACM, vulgo Malvadeza, me acusou de ser "um elemento lulista infiltrado" no Jornal do Brasil. E concluiu seu arrazoado (?) me chamando de canalha.
Senadô-Skindô, por mais que eu viva nenhum elogio me trará orgulho maior do que ser chamado de canalha por V. Excrescência. Quem lê minha coluna sabe que o pau canta à direita, à esquerda e, claro, no centro, com igual prodigalidade. Espero que a grande famiglia pefelista já tenha providenciado junta médica competente para lubrificar os parafusos do Cacicão. A julgar pelas suas mais recentes declarações, as encrencagens, desculpem, engrenagens, estão precisando de uma lubrificada urgente: ginkgo biloba, piracetan, talvez um viagrinha... O senador, craque em prestidigitação, mais uma vez misturou as bolas: combatividade é muito diferente de baba paranóica escorrendo gravata parlamentável abaixo.
A ojeriza é mútua. Estou farto de maquiavelhos de fraldão deitando regras. Toda essa mixórdia envolvendo valeriodutos, mensaleiros, sanguessugas e saúvas, começa com políticos da sua estirpe. O mecanismo é manjado. Se as denúncias favorecerem meu partido, palmas, vamos apurar. Agora, se a canoa virar, o denunciante passa a bandido e fim de papo, vai ser preciso buscar a propina em outro guichê. A máscara-de-pau que descrevo acima é suprapartidária. Os que não a exibem são as exceções que confirmam as regras vigentes. Quando as regras rompem os diques e escorrem periferia abaixo, não há Lembo Pétala-Macia que evite derramamento de sangue – na maioria dos casos, inocente. Mas o meu negócio não é discurso, é galhofa. Já que falei em bolas misturadas... Dizem que um velho político pefelista, preocupado com as más performances nos palanques, procurou um médico, antigo cupincha de castelo e carteado.
– Tô com um problema, num sabe? Bem na... plataforma de lançamento.
– Hein?
– Pois é. Gases. Uma coisa impressionante. Além das explosões e dos odores, tem hora que chego a levitar. Uma assessora já foi arremessada contra meu contador de caixa 2. Estão hospitalizados. Isso não pode continuar.
O amigo explicou que aquela não era a especialidade dele, mas que pensaria no assunto, conversaria com colegas renomados, faria até pesquisa na internet.
No comício seguinte, o esculápio apareceu com um vidro misterioso, sem rótulo, e entregou ao político:
– É pra...
Mas o tumulto, o puxa-saquismo, os vivas, a euforia bem remunerada impediram a necessária e urgente troca de informações. Cerca de meia hora depois, o SSJE (Secretário para Superfaturamento Junto a Empreiteiras) agarrou o ilustre médico pelo paletó.
– Corre que o Chefe tá pegando fogo nas... nas partes baixas.
– O quê?!?
O socorrista encontrou o parlamentável feito um bebê, sem calças, com uma brutal reação alérgica na proa da região pélvica.
– Mas... Eu mandei você beber a poção e você esfregou nos...
– No calor da luta política, eu confundi peido público com pêlo púbico.
Senadô-Skindô, por mais que eu viva nenhum elogio me trará orgulho maior do que ser chamado de canalha por V. Excrescência. Quem lê minha coluna sabe que o pau canta à direita, à esquerda e, claro, no centro, com igual prodigalidade. Espero que a grande famiglia pefelista já tenha providenciado junta médica competente para lubrificar os parafusos do Cacicão. A julgar pelas suas mais recentes declarações, as encrencagens, desculpem, engrenagens, estão precisando de uma lubrificada urgente: ginkgo biloba, piracetan, talvez um viagrinha... O senador, craque em prestidigitação, mais uma vez misturou as bolas: combatividade é muito diferente de baba paranóica escorrendo gravata parlamentável abaixo.
A ojeriza é mútua. Estou farto de maquiavelhos de fraldão deitando regras. Toda essa mixórdia envolvendo valeriodutos, mensaleiros, sanguessugas e saúvas, começa com políticos da sua estirpe. O mecanismo é manjado. Se as denúncias favorecerem meu partido, palmas, vamos apurar. Agora, se a canoa virar, o denunciante passa a bandido e fim de papo, vai ser preciso buscar a propina em outro guichê. A máscara-de-pau que descrevo acima é suprapartidária. Os que não a exibem são as exceções que confirmam as regras vigentes. Quando as regras rompem os diques e escorrem periferia abaixo, não há Lembo Pétala-Macia que evite derramamento de sangue – na maioria dos casos, inocente. Mas o meu negócio não é discurso, é galhofa. Já que falei em bolas misturadas... Dizem que um velho político pefelista, preocupado com as más performances nos palanques, procurou um médico, antigo cupincha de castelo e carteado.
– Tô com um problema, num sabe? Bem na... plataforma de lançamento.
– Hein?
– Pois é. Gases. Uma coisa impressionante. Além das explosões e dos odores, tem hora que chego a levitar. Uma assessora já foi arremessada contra meu contador de caixa 2. Estão hospitalizados. Isso não pode continuar.
O amigo explicou que aquela não era a especialidade dele, mas que pensaria no assunto, conversaria com colegas renomados, faria até pesquisa na internet.
No comício seguinte, o esculápio apareceu com um vidro misterioso, sem rótulo, e entregou ao político:
– É pra...
Mas o tumulto, o puxa-saquismo, os vivas, a euforia bem remunerada impediram a necessária e urgente troca de informações. Cerca de meia hora depois, o SSJE (Secretário para Superfaturamento Junto a Empreiteiras) agarrou o ilustre médico pelo paletó.
– Corre que o Chefe tá pegando fogo nas... nas partes baixas.
– O quê?!?
O socorrista encontrou o parlamentável feito um bebê, sem calças, com uma brutal reação alérgica na proa da região pélvica.
– Mas... Eu mandei você beber a poção e você esfregou nos...
– No calor da luta política, eu confundi peido público com pêlo púbico.
Ruim de ouvido
Parece que meus problemas de afinação se acabaram.
E nem vou precisar de um torquímetro.
Arrá! Piada pronta!
E nem vou precisar de um torquímetro.
Arrá! Piada pronta!
Guimbarda
Sabe, dia desses, na minha incessante e infrutífera busca por novos instrumentos e sonoridades (poderíamos resumir isso a minha busca pelo estranho) deparei-me com a lembrança desse instrumentozinho (refiro-me ao tamanho) peculiar.
Não sabia seu nome. Descobri. Não sabia onde encontrá-lo. Descobri. Mas não havia na loja. Deixei meu telefone e disse ao simpático vendedor que estava deveras interessado num desses.
Achei que custasse uma bagatela, posto que é um instrumento simples, pequeno e pouco usual (diatonicamente falando, é claro). Dias depois o simpático vendedor me ligou, dizendo que um amigo havia trazido uma guimbarda de aço, justamente a que eu queria, da Austrália (ou qualquer outro país, não importa, na verdade). Extremamente interessado, disse que iria querer. Preguntei o preço e ele me disse que eram módicos cento e vinte reals.
Caralho!!
E agora, meses depois -confesso que já tinha desistido de adquirir uma dessas-, deparo-me, muito por acaso, com essa belezinha.
Por seis módicas verdinhas...
28.8.06
Última hora
Aquele momento para o qual tudo é deixado.
26.8.06
Isabelle,
Tua pele não é mais igual.
Teu sorriso não é natural.
Isabelle,
O teu beijo não tem mais o teu gosto.
O teu rosto não é igual.
A-aaaa
A-a-aaaaa
Teu sorriso não é natural.
Isabelle,
O teu beijo não tem mais o teu gosto.
O teu rosto não é igual.
A-aaaa
A-a-aaaaa
25.8.06
O futuro da canção
Hoje, por um desses felizes acasos, tive acesso a uma letra -pra mim, inédita- de uma das bandas mais significativas do atual mercado fonográfico-cultural brasileiro. E só então eu pude perceber a relevância, a sagacidade & a perspicácia do letrista da banda.
Ele realmente se prova um artista antenado com seu tempo. Mais que isso: ele ultrapassa as questões que hoje estão postas na nossa sociedade. Ele lança uma linguagem nova. Ele transcende o contemporâneo. Ele dá o passo adiante.
Na verdade, estou falando apenas de um verso da canção.
Antes de lerem o verso, quero alertá-los para as múltiplas significações dele, sua inconclusividade poética e sua riqueza prosódica.
O verso em questão é:
E a música se chama Chamapanhe e água benta, do Charlie Brown Jr.
Ele realmente se prova um artista antenado com seu tempo. Mais que isso: ele ultrapassa as questões que hoje estão postas na nossa sociedade. Ele lança uma linguagem nova. Ele transcende o contemporâneo. Ele dá o passo adiante.
Na verdade, estou falando apenas de um verso da canção.
Antes de lerem o verso, quero alertá-los para as múltiplas significações dele, sua inconclusividade poética e sua riqueza prosódica.
O verso em questão é:
"Não tão complicado demais, mas nem tão simples assim"
E a música se chama Chamapanhe e água benta, do Charlie Brown Jr.
24.8.06
Wonderbra
Acho que o nome diz tudo.
Não sei porquê, lembrei daquele produto revolucionário: o Years Away. Lembra?
Aprecie com moderação.
Não sei porquê, lembrei daquele produto revolucionário: o Years Away. Lembra?
Aprecie com moderação.
Jãozinho Chama
Achei no Omelete os dois trailers que saíram do filme do Motoqueiro Fantasma. O visu tá muito legal. Muito legal. O filme só estréia em fevereiro do ano que vem (ao menos na gringa) e o que me preocupa é que o diretor é o mesmo do Demolidor; embora Nicholas Cage dê um banho em Ben Affleck, não estou ainda totalmente confiante.
Confira aqui o primeiro trailer.
E aqui, o segundo.
em off: a motoca ficou insana.
Ursula Martinez
A prestidigitadora que só sabe um truque. Dos mais toscos, aliás. O velho truque de esconder um lenço dentro de um punho fechado e fazê-lo desaparecer. Ela, como ilusionista, não é lá grandes coisas. Além disso, ela é cheia de fazer caretas, meio querendo imitar, sei lá, Jim Carrey, mas sem graça nenhuma e, a bem da verdade, só aumenta sua aura de canastrona.
"Então," você pergunta, "o que um video de uma picareta dessas faz num local tão elevado e conceituado como esse?"
"Bem," eu respondo, "é que, ao longo do péssimo show de mágica, no meio de caras e bocas meia-bocas, ela tira toda a roupa. E até que tem um corpão."
E agora eu pergunto:
"Não é motivo suficiente pra pôr um video dela aqui?"
Não se esqueça, aprecie com moderação.
"Então," você pergunta, "o que um video de uma picareta dessas faz num local tão elevado e conceituado como esse?"
"Bem," eu respondo, "é que, ao longo do péssimo show de mágica, no meio de caras e bocas meia-bocas, ela tira toda a roupa. E até que tem um corpão."
E agora eu pergunto:
"Não é motivo suficiente pra pôr um video dela aqui?"
Não se esqueça, aprecie com moderação.
Auto-ajuda
Responda à pergunta que ecoa em sua cabeça.
Reflita calmamente sobre a resposta.
Aplique-a em sua vida.
Reflita calmamente sobre a resposta.
Aplique-a em sua vida.
23.8.06
Mais ainda, even more, plus encore
Sim, eu sei que vocês querem mais.
Então, segurem essa.
Linha sete-cinco.
Então, segurem essa.
Linha sete-cinco.
Esquizóide
Confesso que estou mesmo numa fase muito dicotômica e esquizofrênica.
Linha setenta e quatro, agora!
Linha setenta e quatro, agora!
22.8.06
Gravinas
Surpreendentemente, foi uma rapidinha.
Explico: a proposta era iniciarmos às onze da madrugada de um domingo ensolarado. Nosso produtor só deu as caras no estúdio secreto à hora do almoço. Só começamos mesmo a montar as paradas às 15 horas. Gravar mesmo, às 16. Íamos, ao melhor estilo Jack, o Estripador, gravar por partes. Primeiro baixo e bateria, depois as guitarras e, só então, os vocais.
Confesso que, num primeiro momento, achei que só iríamos conseguir gravar a cozinha, se tanto. Mas, num surto de entrosamento, gravamos praticamente tudo de primeira e, às 18 horas estávamos liberados pra gravar as guitas. E eles também gravarm quase tudo de prima e, pouco depois das 22, começamos os vocais. Idem, ibidem.
De forma que, pouco depois da meia-noite, tínhamos gravado tudo de que precisaríamos pro nosso cd demo. Demo mesmo, não sabemos se será divulgado, vendido ou distribuído. São cinco faixas pra tentar convencer o tecladista filhadaputa a entrar na banda.
Agora só falta mixar e masterizar.
Rápido e rasteiro. Ao contrário do nosso som, que é lento e rasteiro.
Explico: a proposta era iniciarmos às onze da madrugada de um domingo ensolarado. Nosso produtor só deu as caras no estúdio secreto à hora do almoço. Só começamos mesmo a montar as paradas às 15 horas. Gravar mesmo, às 16. Íamos, ao melhor estilo Jack, o Estripador, gravar por partes. Primeiro baixo e bateria, depois as guitarras e, só então, os vocais.
Confesso que, num primeiro momento, achei que só iríamos conseguir gravar a cozinha, se tanto. Mas, num surto de entrosamento, gravamos praticamente tudo de primeira e, às 18 horas estávamos liberados pra gravar as guitas. E eles também gravarm quase tudo de prima e, pouco depois das 22, começamos os vocais. Idem, ibidem.
De forma que, pouco depois da meia-noite, tínhamos gravado tudo de que precisaríamos pro nosso cd demo. Demo mesmo, não sabemos se será divulgado, vendido ou distribuído. São cinco faixas pra tentar convencer o tecladista filhadaputa a entrar na banda.
Agora só falta mixar e masterizar.
Rápido e rasteiro. Ao contrário do nosso som, que é lento e rasteiro.
Toca Raul!!!
Heresia?
Alguns irão me odiar até a morte, mas dou total respaldo à minha decisão dicotômica de número 73.
em off: se for muito polêmico -o que duvido, dado o baixíssimo nível de leitura deste blogue- eu justifico minhas razões.
em off: se for muito polêmico -o que duvido, dado o baixíssimo nível de leitura deste blogue- eu justifico minhas razões.
18.8.06
Preciso...
...parar de pensar em música.
...começar a pensar música.
...começar a pensar música.
17.8.06
Sinceridades à parte
Olha, tenho que confessar que é muito estressante para uma pessoa, como eu, que costumava dormir de doze a catorze horas por dia, passar doze horas -acordado- fora de casa.
Assoprando num apitinho de cana. E tendo de reconhecer terças maiores e menores. E colocar as notas, usando a coluna de ar.
Assoprando num apitinho de cana. E tendo de reconhecer terças maiores e menores. E colocar as notas, usando a coluna de ar.
16.8.06
Frase do dia
Quer dizer, do Mark Twain:
"Se você não lê jornais, você é desinformado.
Se você lê jornais, você é mal-informado."
Coerente, não?
"Se você não lê jornais, você é desinformado.
Se você lê jornais, você é mal-informado."
Coerente, não?
15.8.06
Parem as máquinas!
Estupefato é a palavra.
Como diz um amigo, "vou até dizer uma mentira": Meu deus!
Primeiro você relê este post.
Aí você clica neste link e espera abrir a programação em pdf.
Depois você descobre.
Cito entre aspas. Em espanhol porque não sei traduzir essa língua extrangeira:
Em outubro (ou novembro). Em Buenos Aires. No mesmo festival haverá Steve Reich, Luigi Nono.
Vamos? (Sim, é um convite)
Como diz um amigo, "vou até dizer uma mentira": Meu deus!
Primeiro você relê este post.
Aí você clica neste link e espera abrir a programação em pdf.
Depois você descobre.
Cito entre aspas. Em espanhol porque não sei traduzir essa língua extrangeira:
"Concierto VII
'Espacios calculados en segundos'
Reproducción de la instalación que presentaran Le Corbusier y Edgard Varese para el pabellón Phillips de la Exposición Universal de Bruselas en 1958. Se escuchará de este compositor el Poema Electrónico en su versión original tal cual fue presentado en ese momento."
'Espacios calculados en segundos'
Reproducción de la instalación que presentaran Le Corbusier y Edgard Varese para el pabellón Phillips de la Exposición Universal de Bruselas en 1958. Se escuchará de este compositor el Poema Electrónico en su versión original tal cual fue presentado en ese momento."
Em outubro (ou novembro). Em Buenos Aires. No mesmo festival haverá Steve Reich, Luigi Nono.
Vamos? (Sim, é um convite)
Abertura
Estou num processo de mudanças lento, gradual e seguro.
Preparem-se, vem aí o medonho.
Isso não significa nada. Como tudo o mais.
Preparem-se, vem aí o medonho.
Isso não significa nada. Como tudo o mais.
A magia do VHS
Acho que já balbuciei por aqui o quanto eu desprezo o VHS -as famigeradas fitas de video. Eu o desprezo por ser pouco durador, ter uma péssima definição de imagem e, oh! o horror!, o som é deprimente.
Achei nesta página o seguinte video.
Este video, clique aqui, ó!
Achei massa, é uma piada boa.
Em inglês.
Achei nesta página o seguinte video.
Este video, clique aqui, ó!
Achei massa, é uma piada boa.
Em inglês.
14.8.06
Gambiarra
Este post não existe. Ele está aqui para encobrir um (re)lapso.
Achei que estava indo bem na série. Não queria perder a seqüência.
em off: quinze de agosto. Continuem com as mentiras diárias de fraldas GERIÁTRICAS, mentiras sinceras que não interessam.
em off2: é melhor que citar Renato Russo, ao menos.
Achei que estava indo bem na série. Não queria perder a seqüência.
em off: quinze de agosto. Continuem com as mentiras diárias de fraldas GERIÁTRICAS, mentiras sinceras que não interessam.
em off2: é melhor que citar Renato Russo, ao menos.
13.8.06
Piada repetida
Sem traumas.
O número é setenta e dois.
O número é setenta e dois.
Confissão
Não dá mais pra esconder.
Sou fissurado em música minimalista.
em off: ia pôr a definição em português, mas tava tão chinfrim que deixei pra lá. Siga com a farsa do blogue. fraldas GERIÁTRICAS, pretensamente bilingüe.
em off 2: e viva o trema!
Sou fissurado em música minimalista.
em off: ia pôr a definição em português, mas tava tão chinfrim que deixei pra lá. Siga com a farsa do blogue. fraldas GERIÁTRICAS, pretensamente bilingüe.
em off 2: e viva o trema!
12.8.06
Deliriuns tremens
Não tem nada a ver comigo, eu sei.
Mas não resisto a certos fetiches.
Mas não resisto a certos ímpetos consumistas.
Mas não resisto a certos timbres.
Às vezes eu simplesmente sou mais fraco.
Veja com esses olhos que a terra há de comer.
Mas não resisto a certos fetiches.
Mas não resisto a certos ímpetos consumistas.
Mas não resisto a certos timbres.
Às vezes eu simplesmente sou mais fraco.
Veja com esses olhos que a terra há de comer.
11.8.06
Nossa...
Conhece?
Nem eu.
Veja aqui.
Pornochanchada
A secretária boazuda seduz o patrão caipira. Além de caipira, moralista. Hipócrita, comme il faut. Finalmente, ela o leva pra sua casa. No auge da sedução, lança a frase: "Fica à vontade. Tem uísque no armário e gelo na geladeira. Prepara um pra mim, também. Com duas pedrinhas de gelo, só..."
Ela sai pra "pôr algo mais confortável" (tenho que admitir que esse é um dos clichês cinematográficos de que mais gosto). Ele tenta fugir e encontra todas as portas trancadas. A única opção que lhe resta é partir pro tal uísque.
Ele entra na cozinha, abre, curiosamente, o armário certo e, num cantinho, entre outras garrafas de scotch, vemos uma de forma conhecida. É meio baixa, em formato de paralelepípedo, com as arestas arredondadas. Verde, com um belo rótulo retangular, também de cantos arredondados, meio bege. Tampa vermelha.
Imediatamente você, do outro lado do televisor, pensa: "Isso, rapaz, vai pro Buchanan's!"
Ele abre o armário e pega o Buchanan's.
E ainda tem gente que acha que pornochanchada não é cultura.
em off: o filme se chama Amada Amante, de Claúdio Cunha. Siga com fraldas GERIÁTRICAS, um blogue softcore.
em off2: post editado. Cláucio Cunha era demais.
Ela sai pra "pôr algo mais confortável" (tenho que admitir que esse é um dos clichês cinematográficos de que mais gosto). Ele tenta fugir e encontra todas as portas trancadas. A única opção que lhe resta é partir pro tal uísque.
Ele entra na cozinha, abre, curiosamente, o armário certo e, num cantinho, entre outras garrafas de scotch, vemos uma de forma conhecida. É meio baixa, em formato de paralelepípedo, com as arestas arredondadas. Verde, com um belo rótulo retangular, também de cantos arredondados, meio bege. Tampa vermelha.
Imediatamente você, do outro lado do televisor, pensa: "Isso, rapaz, vai pro Buchanan's!"
Ele abre o armário e pega o Buchanan's.
E ainda tem gente que acha que pornochanchada não é cultura.
em off: o filme se chama Amada Amante, de Claúdio Cunha. Siga com fraldas GERIÁTRICAS, um blogue softcore.
em off2: post editado. Cláucio Cunha era demais.
10.8.06
Nada a declarar
Atual
Começa hoje o quadragésimo-primeiro festival de música nova.
Não conhece?
Conheça.
em off: sim, o site é bonito & ruim e está zero atualizado. Fazer o que, é a comunicação oficial. Procure a programação por aí. Siga com a farsa fraldaGERIATRESCA. Inventando palavras pra fugir de si mesmo.
Não conhece?
Conheça.
em off: sim, o site é bonito & ruim e está zero atualizado. Fazer o que, é a comunicação oficial. Procure a programação por aí. Siga com a farsa fraldaGERIATRESCA. Inventando palavras pra fugir de si mesmo.
9.8.06
Ex-Quiso
Já falei que eu detesto desafios, né?
Novas referências
E, talvez, de maneira inédita, tenha acertado a concordância (quase esqueceu-me esta palavra tão singela) entre o título e o conteúdo.
Desta vez são, de fato, duas novas referências:
some candy talking
(acho que é sem maiúsculas posto que no título não as há e, na página, é tudo em caixa alta. Dona do blogue, favor corrigir-me caso haja incongruências)
Manual Prático da Batata
(idem, ibidem, ipsis literis, etcoetera)
Nenhuma autora inédita por aqui, no entanto.
Apenas velhas conhecidas. Espero que, como bom fã desta merda, você já tenha descoberto que aquelas são melhores que este. Entenda como quiser.
Ainda não li, mas recomendo.
Recomende você também.
em off: post editado. Corrigi o nome da parada de acordo com a dona que o escreve. Agora também já posso dizer que li. Sigo recomendando. Bem mais ativo -diria atualizado, mas geraria conotações diferentes- que o bom e velho paulistanas (nome fantasia). Siga com fradas GERIÁTRICAS, atualizado, mas out-dated.
Desta vez são, de fato, duas novas referências:
some candy talking
(acho que é sem maiúsculas posto que no título não as há e, na página, é tudo em caixa alta. Dona do blogue, favor corrigir-me caso haja incongruências)
Manual Prático da Batata
(idem, ibidem, ipsis literis, etcoetera)
Nenhuma autora inédita por aqui, no entanto.
Apenas velhas conhecidas. Espero que, como bom fã desta merda, você já tenha descoberto que aquelas são melhores que este. Entenda como quiser.
Ainda não li, mas recomendo.
Recomende você também.
em off: post editado. Corrigi o nome da parada de acordo com a dona que o escreve. Agora também já posso dizer que li. Sigo recomendando. Bem mais ativo -diria atualizado, mas geraria conotações diferentes- que o bom e velho paulistanas (nome fantasia). Siga com fradas GERIÁTRICAS, atualizado, mas out-dated.
Mais sobre os índios
Há quem diga que estou obcecado, mas uma coisa acabou de me ocorrer.
E, confesso, deu-me certo pavor. Pavor não é a palavra. Talvez um certo receio do rumo que as coisas podem tomar.
Por que todo guitarrista de bandas indies (daquelas cujos nomes começam com The) usa uma Fender Jaguar?
E agora explico o meu pânico. Os guitarristas da banda da qual faço parte querem uma Jaguar.
Será que o próximo passo é partirmos pros lápis de olho?
E, confesso, deu-me certo pavor. Pavor não é a palavra. Talvez um certo receio do rumo que as coisas podem tomar.
Por que todo guitarrista de bandas indies (daquelas cujos nomes começam com The) usa uma Fender Jaguar?
E agora explico o meu pânico. Os guitarristas da banda da qual faço parte querem uma Jaguar.
Será que o próximo passo é partirmos pros lápis de olho?
8.8.06
Epifania
A constatação é dura e implacável.
Atingiu-me pesadamente no meio da noite. Passada.
Fato é que não consigo traduzir os sons que ouço em nomes de nota.
Isso quer dizer que eu imagino a melodia e não consigo recriá-la num instrumento qualquer.
Cantar, então, sem chance.
Tristeza...
Atingiu-me pesadamente no meio da noite. Passada.
Fato é que não consigo traduzir os sons que ouço em nomes de nota.
Isso quer dizer que eu imagino a melodia e não consigo recriá-la num instrumento qualquer.
Cantar, então, sem chance.
Tristeza...
7.8.06
Terry Riley
Compositor minimalista.
O legal quando você entra na página dele, ele te faz a sutil pergunta: "Sentindo-se patriótico? Clique nesta imagem e veja uma visão patriótica de Eric Van der Wik" E te manda pra essa página.
Uau!
O legal quando você entra na página dele, ele te faz a sutil pergunta: "Sentindo-se patriótico? Clique nesta imagem e veja uma visão patriótica de Eric Van der Wik" E te manda pra essa página.
Uau!
De-Formatura
Agora, no fim do longo percurso que trilho -a contragosto, diga-se-, percebo que as duas coisas realmente valiosas que aprendi com a velha, decadente e deficitária senhora Católica foram os valores de olhar o ambiente e de ser conciso. Apesar de que, com relação ao segundo ponto, tenho cá minhas dúvidas.
E-mule
Você procura lá:
Karlheinz Stockhausen.
Gruppen for 3 orchestras.
Baixe os cento e setenta e poucos mega de um video de quase 25 minutos e assista a uma das obras mais criativas do século XX.
Eu explico (de maneira tosca, é claro): titio SH (Stockhausen, sacou?) compôs uma peça para ser executada por três orquestras simultaneamente. Uma obra só, ele "espacializa" a projeção do som e faz com que os grupos de músicos interajam. Por exemplo, há uma parte em que uma das orquestras inicia um acorde com alta intensidade (volume, tá?) e outra inicia o mesmo acorde com baixo volume. Aos poucos, a primeira entra num diminuendo e a outra num crescendo de forma que a idéia que passe é a de que o som está cruzando o público, saindo de uma orquestra para outra.
E tenho dito. Delicie-se!
2.8.06
Sou como sou
E onde vou
Eu acho a minha saída
Sou um tosco com aspirações sofisticadas.
Sou um tosco com muito rigor.
Sou um tosco com pretensões megalomaníacas.
Sou um tosco sem um puto.
Sou um tosco sem pudor.
Sou um tosco sem aptidões profissionais.
Sou um tosco.
E é disso que as pessoas gostam em mim.
Sou um tosco com muito rigor.
Sou um tosco com pretensões megalomaníacas.
Sou um tosco sem um puto.
Sou um tosco sem pudor.
Sou um tosco sem aptidões profissionais.
Sou um tosco.
E é disso que as pessoas gostam em mim.
Re-repetição
Não agüentei, vou repetir a piada. Não a dos tucanos, a dos índios.
Confira lá, o número é setenta.
Se não conseguir, tenta de novo.
Lembra dessa piada? É péssima, né? Também é repetida.
Confira lá, o número é setenta.
Se não conseguir, tenta de novo.
Lembra dessa piada? É péssima, né? Também é repetida.
Idéia dicotômica maniqueísta apolítica irônica sincera sensata
Tive uma outra idéia pras minhas dicotomias esquizofrênicas:
Do lado do sacal, tucanos.
Do lado do legal, qualquer coisa.
Adivinhem em que número vai entrar?
Quarenta e cinco, é claro.
Lembrem-se que estamos em ânus de eleição.
Isso vai ser uma merda.
Você sempre pode alegar que, no número treze eu poderia pôr, da mesma forma, estrela num lado e qualquer coisa no outro.
Concordo com você, mas o que eu odeio mesmo são os tucanos. E, além do mais, seria repetir piada. Quem sabe, daqui a quatro ânus, né? Mas defendo a natureza e os animais em extinção. Só os bons tucanos estão em extinção. E não estou falando de titio Mário Covas...
em off: post editado. Confira lá. E siga agora com a interminável babaquice de fraldas GERIÁTRICAS, mais mentirosa e truculenta que governantes tucanos. Se é que isso é possível...
Do lado do sacal, tucanos.
Do lado do legal, qualquer coisa.
Adivinhem em que número vai entrar?
Quarenta e cinco, é claro.
Lembrem-se que estamos em ânus de eleição.
Isso vai ser uma merda.
Você sempre pode alegar que, no número treze eu poderia pôr, da mesma forma, estrela num lado e qualquer coisa no outro.
Concordo com você, mas o que eu odeio mesmo são os tucanos. E, além do mais, seria repetir piada. Quem sabe, daqui a quatro ânus, né? Mas defendo a natureza e os animais em extinção. Só os bons tucanos estão em extinção. E não estou falando de titio Mário Covas...
em off: post editado. Confira lá. E siga agora com a interminável babaquice de fraldas GERIÁTRICAS, mais mentirosa e truculenta que governantes tucanos. Se é que isso é possível...
Programa de índio
Já sei o que não quero fazer da minha vida. Não quero fazer rock índio. Digo, rock indie. E quando digo isso, não é porque não quero fazer algo alternativo ao mainstream. Até porque, ao que me parece atualmente, o indie é o mainstream. Quero dizer que não pretendo fazer o mesmo som que as bandas indies fazem.
Claro que dizer isso é muito genérico, mas você sabe muito bem do que estou falando. Lógico que sabe: lápis nos olhos, visual meticulosamente desajeitado, sonzinho com guitarrinhas xoxas que fazem nhec-nhec-nhec incessantemente, cabelinho com aparência de molhado caindo na cara e, principalmente, bandas batizadas com THE qualquer coisa.
Interlúdio: Talvez, se tocasse numa banda índio, seríamos The Mentes. Pode pegar o nome pra você, não pretendo mesmo fazer parte de uma banda indie. Só se for pra ganhar muito, mas muito dinheiro mesmo. Aí a gente negocia. Término do interlúdio.
Mas o que me irrita não é o rótulo. Até porque os rótulos normalmente são superficiais (até mais do que eu, por incrível que pareça). Me irrita mesmo o som que eles fazem. É tudo muito igual. Não vou citar nomes porque não quero. Mas todas elas tentam fazer um som meio Beatles e soam todas iguais. E eu já disse isso um milhão de vezes.
Quero fazer som alternativo ao alternativo. Independente dos indies.
Estranho.
Claro que dizer isso é muito genérico, mas você sabe muito bem do que estou falando. Lógico que sabe: lápis nos olhos, visual meticulosamente desajeitado, sonzinho com guitarrinhas xoxas que fazem nhec-nhec-nhec incessantemente, cabelinho com aparência de molhado caindo na cara e, principalmente, bandas batizadas com THE qualquer coisa.
Interlúdio: Talvez, se tocasse numa banda índio, seríamos The Mentes. Pode pegar o nome pra você, não pretendo mesmo fazer parte de uma banda indie. Só se for pra ganhar muito, mas muito dinheiro mesmo. Aí a gente negocia. Término do interlúdio.
Mas o que me irrita não é o rótulo. Até porque os rótulos normalmente são superficiais (até mais do que eu, por incrível que pareça). Me irrita mesmo o som que eles fazem. É tudo muito igual. Não vou citar nomes porque não quero. Mas todas elas tentam fazer um som meio Beatles e soam todas iguais. E eu já disse isso um milhão de vezes.
Quero fazer som alternativo ao alternativo. Independente dos indies.
Estranho.
BWV 147-6-10
Na vitrola, uma peça de João Sebastião. Aquela tal "Jésus, alegria dos hômi". Ela, por uma questão de intensidade, reclama. Você, sutilmente, pergunta:
-Você quer que eu aBACHe o som?
-Você quer que eu aBACHe o som?
1.8.06
Ingresso
Perdeu aquele showzaço?
Não se preocupe, agora você pode impressionar seus amigos dizendo que foi a qualquer show que você quiser.
Basta usar esse gerador de ingresso.
Serve pra nada, mas é massa pacas.
em off: faça também o disco -de vinil- da sua banda.
Satisfações
Não devo nada a ninguém -salvo algumas dívidas que contraí e ainda não paguei- mas digo porque sou linguarudo mesmo e porque não vai fazer a menor diferença. Ninguém se importa. E eu muito menos.
Tou tramando mudanças radicais pra essa merda. Visualmente falando, claro; não há condições de mudar algo além disso.
Mas não tenham pressa. Nem comecei a fazer nada, nem tive nenhuma idéia e, pra falar a verdade, tou com uma preguiça danada, viu?
Tou tramando mudanças radicais pra essa merda. Visualmente falando, claro; não há condições de mudar algo além disso.
Mas não tenham pressa. Nem comecei a fazer nada, nem tive nenhuma idéia e, pra falar a verdade, tou com uma preguiça danada, viu?
Conheça
Kristin Herold
em off: péssima atriz, mas quem se importa?
em off: péssima atriz, mas quem se importa?
O que é...
...falso moralismo.
Madrugada passada. Tevê a cabo. Canal TNT. Filme A cor da noite. O filme é legal mas me revoltei com a postura ética (podemos chamar assim, será?) da emissora. Mais legal que o filme é a presença da desconhecida & esquecida belezura britânica Jane March.
Eu já tinha visto o filme há décadas, na época em que lançou, 1994. Nem me lembrava da história, mas lembrava que a mina era muito boa e tinha várias cenas de nudez, o que já é motivo suficiente pra assistir a um filme. Mas esse filme, no caso, é bom, também.
De qualquer forma, estava assistindo ao filme na TNT e me preparando, pois sabia que eles editariam as cenas de nu. Nem estou me queixando, tanto, disso. De fato, editaram todas as cenas de nudez. Até uma cena em que aparece uma discreta nádega. Porém, eles não se atreveram a editar uma cena em que as mãos da moça -sim, Jane March- aparecem pregadas a uma cadeira. A cena não é exatamente sutil.
Quer dizer, uma cena bonita de nu não pode, mas uma coisa extremamente violenta, tudo bem?
Faça-me o favor! Caretões, reaças beligerantes.
Agora, digam-me, isso faz algum sentido?
em off: o filme levou o prêmio de pior filme no framboesa de ouro de 1994.
Madrugada passada. Tevê a cabo. Canal TNT. Filme A cor da noite. O filme é legal mas me revoltei com a postura ética (podemos chamar assim, será?) da emissora. Mais legal que o filme é a presença da desconhecida & esquecida belezura britânica Jane March.
Eu já tinha visto o filme há décadas, na época em que lançou, 1994. Nem me lembrava da história, mas lembrava que a mina era muito boa e tinha várias cenas de nudez, o que já é motivo suficiente pra assistir a um filme. Mas esse filme, no caso, é bom, também.
De qualquer forma, estava assistindo ao filme na TNT e me preparando, pois sabia que eles editariam as cenas de nu. Nem estou me queixando, tanto, disso. De fato, editaram todas as cenas de nudez. Até uma cena em que aparece uma discreta nádega. Porém, eles não se atreveram a editar uma cena em que as mãos da moça -sim, Jane March- aparecem pregadas a uma cadeira. A cena não é exatamente sutil.
Quer dizer, uma cena bonita de nu não pode, mas uma coisa extremamente violenta, tudo bem?
Faça-me o favor! Caretões, reaças beligerantes.
Agora, digam-me, isso faz algum sentido?
em off: o filme levou o prêmio de pior filme no framboesa de ouro de 1994.
31.7.06
Online
Finalmente, após problemas técnicos -da companhia de internet, não meus, é claro- retorno à atividade virtual.
Porra de conexão que não se queria estabelecer.
Porra de conexão que não se queria estabelecer.
23.7.06
Mais poeminhas japas
ou, um post personal
Querida AdrenAline,
gosto de sua personalidade "inquisidora". Fiquei instigado com as questões que você lançou neste comentário deste post. Tanto que fui me informar a respeito da diferença entre haikai e haiku.
Na verdade, não é uma questão de número, um não é singular e o outro, plural. Eles são, de fato, coisas diferentes.
Haiku é uma forma fixa de poema (três versos, com cinco, sete e cinco sílabas poéticas respectivamente) que trata de assuntos referentes à natureza e à passagem das estações. São, basicamente, poemas contemplativos.
Haikai são reuniões para se produzir haikus.
Não sei exatamente porquê, mas no Brasil adotou-se a palavra haikai para dizer haiku. Em inglês, por exemplo, é haikoo.
Espero que tenha respondido. E fico no aguardo daquela breja, em?
Dona Guínia e tio Jãozinho Caminhador que nos esperem!
gosto de sua personalidade "inquisidora". Fiquei instigado com as questões que você lançou neste comentário deste post. Tanto que fui me informar a respeito da diferença entre haikai e haiku.
Na verdade, não é uma questão de número, um não é singular e o outro, plural. Eles são, de fato, coisas diferentes.
Haiku é uma forma fixa de poema (três versos, com cinco, sete e cinco sílabas poéticas respectivamente) que trata de assuntos referentes à natureza e à passagem das estações. São, basicamente, poemas contemplativos.
Haikai são reuniões para se produzir haikus.
Não sei exatamente porquê, mas no Brasil adotou-se a palavra haikai para dizer haiku. Em inglês, por exemplo, é haikoo.
Espero que tenha respondido. E fico no aguardo daquela breja, em?
Dona Guínia e tio Jãozinho Caminhador que nos esperem!
22.7.06
Adesivo de mané
Ontem estava voltando pra casa e vi um Uno com um adesivo que me despertou a atenção. Dizia:
Fiquei pensando nisso. Na verdade, não sei se entendi bem o que ele quer dizer. Mas isso não importa, mesmo. Achei mais legal que o texto me inspirou várias outras versões.
Agora, invente a sua versão do adesivo de mané.
"Justiça tardia não é Justiça
É vergonha"
É vergonha"
Fiquei pensando nisso. Na verdade, não sei se entendi bem o que ele quer dizer. Mas isso não importa, mesmo. Achei mais legal que o texto me inspirou várias outras versões.
Justiça tardia não é Justiça
É esmola
É esmola
Justiça tardia não é Justiça
É vingança
É vingança
Justiça tardia não é Justiça
É resto
É resto
Justiça divina não é Justiça
É vergonha
É vergonha
Justiça divina não é Justiça
É dogma
É dogma
Justiça divina não é Justiça
É piada
É piada
Agora, invente a sua versão do adesivo de mané.
21.7.06
Questionamento deveras importante
Porém, sabemos também que, apesar disso tudo, ele não está isento de sangrar.
Hoje, como um raio, a pergunta cruzou minha cabeça:
Se toda vez que Wolverine põe suas garras pra fora ele sente dor e as lâminas cortam sua pele, como é que elas não saem todas ensangüentadas de seus antebraços?
20.7.06
Sonhos sonhos são
Embora tenha começado citando tio Chico, numa canção bem onírica, é de outros sonhos que quero falar.
A lenda é famosa. Numa manhã, tio Paul McCartney acordou com uma melodia na cabeça. Passou duas semanas perguntando a todos que conhecia se sabiam que música era aquela. Terminado esse período, concluiu que a melodia que tinha sonhado era sua, mesmo. Fez uma letra e chamou a canção de Yesterday. Linda história, em?
Mas acontece que agora, um titio italiano diz algumas coisas que podem pôr em xeque a lenda. E o que eu vou contar aos meus filhos?
Ainda em tempo, Stravinski também já sonhou melodias e Drummond (ou seria Pessoa?) sonhava poemas inteiros. E eu, que mal consigo sonhar?
A lenda é famosa. Numa manhã, tio Paul McCartney acordou com uma melodia na cabeça. Passou duas semanas perguntando a todos que conhecia se sabiam que música era aquela. Terminado esse período, concluiu que a melodia que tinha sonhado era sua, mesmo. Fez uma letra e chamou a canção de Yesterday. Linda história, em?
Mas acontece que agora, um titio italiano diz algumas coisas que podem pôr em xeque a lenda. E o que eu vou contar aos meus filhos?
Ainda em tempo, Stravinski também já sonhou melodias e Drummond (ou seria Pessoa?) sonhava poemas inteiros. E eu, que mal consigo sonhar?
19.7.06
Sem graça nenhuma
Queria fazer uma piada, mas perdi a graça.
Mulher Maravilha?
Veja a Amazona, Princesa Diana, de uma forma um pouco mais... digamos, voluptuosa.
Não, sem eufemismos.
Veja uma Mulher Maravilha gordota.
Não, sem eufemismos.
Veja uma Mulher Maravilha gordota.
18.7.06
Palhetas duplas
Aprenda a fazer.
Ah, não serve para oboés... e pode ter certeza: é mais difícil do que parece.
Ah, não serve para oboés... e pode ter certeza: é mais difícil do que parece.
Vivendo e aprendendo
Aprendi hoje uma palavra nova no imenso universo musical.
Sempre vi gente -tropetistas, é claro- tocando flugelhorns em shows e concertos, mas não sabia que havia uma palavra em português para ele. É filiscorne. Bonito, né? Imaginem o diálogo, numa balada badalada em Sampa:
Rapaz: -Oi, tudo bem?
Moça: -Oi...
Rapaz: -E aí, quer tomar alguma coisa comigo?
Moça: -Ah, sei lá, pode ser...
Rapaz: -Mas me diz, o que você faz?
Moça: -Eu sou musicista.
Rapaz: -Puxa, que legal, você toca o quê?
Moça: -Filiscorne.
Rapaz: -Puxa... olha, acabei de me lembrar que tenho um compromisso agora, vamos tomar alguma coisa outro dia, tá?
Enfim...
Se você quiser saber o som de um flugelhorn (filiscorne, se preferir), sintonize sua tevê no canal globo no sábado à noite. A melodia principal da abertura do Supercine é executada por um flugel. Ainda em tempo: o dicionário Houaiss não registra as palavras. Nenhuma delas.
Novas católicas
Sim, fãs, no final do ano teremos uma colação de grau.
O ninja
Ei, eu sei que o serviço é ruim, mas tamos falando de um dos maiores ninjas, certo?
14.7.06
Nervous Cabaret
Descobri por acaso, vendo tevê. Faz umas semanas, já.
Eles fazem um som estranhão e, mais legal que isso, usam instrumentos diferentões: sax barítono, tímpanos, bugigangas eletrônicas.
Confira a página oficial dos caras e o myspace deles.
Dá até pra ouvir umas músicas. Vale muito a pena.
13.7.06
Pirações semânticas
Não entendi muito bem qual o lance, mas é uma coisa bonita. Plasticamente, digamos assim.
Se você entender, me diga o que é.
Se você entender, me diga o que é.
A nova burguesia
É clichê, hoje em dia, crititcar os burgueses. É uma "classe social" que já não mais existe. Então, os revoltados de última hora dos tempos modernos encontraram os novos culpados. A classe média. Eu, como bom revoltado e reacionário que sou, também os odeio, embora faça parte deste incrível grupo social.
Para expressar minha revolta com esses salafrários capitalistas, uma música do joseense -de Sanjas (pra quem conhece, em?), é claro- Max Gonzaga a canção, Classe Média.
A música, sendo bem sincero, é bem média, mesmo. Mas vale a crítica.
Veja nesse link.
Em off: post editado.
Para expressar minha revolta com esses salafrários capitalistas, uma música do joseense -de Sanjas (pra quem conhece, em?), é claro- Max Gonzaga a canção, Classe Média.
A música, sendo bem sincero, é bem média, mesmo. Mas vale a crítica.
Veja nesse link.
Em off: post editado.
12.7.06
Marketing viral
Eu faço e eu mostro. Se não, parece piada pronta.
E... bem, é uma piada pronta. Jogo dos sete erros. É quase um repost.
E... bem, é uma piada pronta. Jogo dos sete erros. É quase um repost.
Série clichê
Pegue um clichê e combine-o com um clichet completamente diferente e revolucione a linguagem.
O maior clichê de todos é querer fugir dos clichês.
O segundo maior é aceitá-los todos.
Clichê: "placa de metal, ger. zinco, gravada foneticamente em relevo, obtida por meio de estereotipia, galvanotipia ou fotogravura, destinada à impressão de imagens e textos em prensa tipográfica." (dicionário houaiss)
O maior clichê de todos é querer fugir dos clichês.
O segundo maior é aceitá-los todos.
Clichê: "placa de metal, ger. zinco, gravada foneticamente em relevo, obtida por meio de estereotipia, galvanotipia ou fotogravura, destinada à impressão de imagens e textos em prensa tipográfica." (dicionário houaiss)
7.7.06
Mais haikus
Tem também o gerador espontâneo e a tabela periódica de haikais.
Sobre
Matsuo Basho foi um dos maiores autores de haikais (também chamados haiku) do Japão feudal. Haiku é uma forma de poema. Mas não tenho muito gabarito pra falar a respeito. Aqui em inglês e aqui em português, mas com bastante menos informação. O perfil do Basho tá em inglês, também.
Hai-kai de auto-ajuda
Somente impostor
Poder de impor os impostos
Ascenção na vida
Poder de impor os impostos
Ascenção na vida
Hai-kai
Chuva passageira
Desencanto em ascenção
Descrença na vida.
Desencanto em ascenção
Descrença na vida.
Rascunhos
Achei uns papéis. Estavam escritos. Meses de inspiração, longos momentos dedicados à criação artística. Literária. Se somados não chegam a 25 linhas. Imaginem o conteúdo.
Utilidade
Dessas coisas raras por aqui. Uma página realmente útil. Tradutor online poliglota. Grátis. Funciona direito, apesar de eu não conhecer muitas das línguas disponíveis. Parece que a versão em português é patrocinada de alguma maneira pela micro$oft. Há também este linque para o tradutor em inglês. Não há sinal da m$, mas muitos banners, incluindo um que fala. Gostei das opções avançadas.
Previsão
Tornar-me-ei medíocre & mediano em diversos instrumentos sem dominar nenhum completamente.
Uma lástima, no mínimo.
Uma lástima, no mínimo.
6.7.06
Joguinho
Descubra se é um mendigo ou jésus.
Fellini

Amor Louco (1989) e Três Lugares diferentes (1987).
Expectativa.
E de quebra ainda veio um ao vivo em Brasília de brinde. Aliás, muito bom. Incrível achar tudo isso de uma vez só, com essa qualidade.
em off: postage editée. Et à suivre, la saga prévisible de couches GÉRIATRIQUES, un blog d'auteur.
Lactobacilos
Olha só, duas semanas sem visitar a vida alheia no iorgut e já colocaram anúncio lá. E da nike, ainda por cima.
Será que ninguém ficou sabendo que quem vai levar a copa é a puma ou a adidas?
Será que ninguém ficou sabendo que quem vai levar a copa é a puma ou a adidas?
5.7.06
Mais copa
Não queria falar mais sobre o assunto, ao menos por enquanto, mas não resisti a homenagear o time da Itália. E, especialmente, o técnico Marcello Lippi.
REsumindo tudo que penso: o cara foi o maior locão suicida. Arriscou todas as fichas em três substituições perigosas. Colocando três homens de ataque no fim do jogo (Gilardino, Iaquinta e Alessandro Del Piero) ele se expôs ao time teutônico e poderia levar gol. Mas, aí entra minha avaliação, ele contava com o cansaço dos donos da casa.
Tanto que o segundo gol foi fruto disso mesmo: o gás de Gilardino e Del Piero e o cansaço -ainda que tenham feito uma partida heróica- de todo o time alemão. Ainda que achei que o bom zagueiro Metzelder se recuperou bem nesse lance.
Pronto, já falei demais de futebol. Fato que foi um jogão de bola, provavelmente o melhor da copa. Isso sem falar no desfecho histórico da partida.
REsumindo tudo que penso: o cara foi o maior locão suicida. Arriscou todas as fichas em três substituições perigosas. Colocando três homens de ataque no fim do jogo (Gilardino, Iaquinta e Alessandro Del Piero) ele se expôs ao time teutônico e poderia levar gol. Mas, aí entra minha avaliação, ele contava com o cansaço dos donos da casa.
Tanto que o segundo gol foi fruto disso mesmo: o gás de Gilardino e Del Piero e o cansaço -ainda que tenham feito uma partida heróica- de todo o time alemão. Ainda que achei que o bom zagueiro Metzelder se recuperou bem nesse lance.
Pronto, já falei demais de futebol. Fato que foi um jogão de bola, provavelmente o melhor da copa. Isso sem falar no desfecho histórico da partida.
4.7.06
Fim de jogo
Agora que o Brasil saiu melancolicamente da copa, começam as emoções.
Finalmente acabou a babaquice e aquela euforia esdrúxula.
Que comece a rolar a adrenalina.
Não que interesse a alguém, mas torço por Portugal, que é o único não-campeão dos quatro. Mas acho difícil a Alemanha perder em casa.
Finalmente acabou a babaquice e aquela euforia esdrúxula.
Que comece a rolar a adrenalina.
Não que interesse a alguém, mas torço por Portugal, que é o único não-campeão dos quatro. Mas acho difícil a Alemanha perder em casa.
30.6.06
Ufanismo, euforia e muita babaquice
Cansado dos mesmos comentários babacas da tevê?
Cansado do Galvão?
Cansado do Parreira?
Calma. fraldas GERIÁTRICAS traz a solução pra você.
Leia o que titio Eric Hobsbawm, um dos principais -e derradeiros- historiadores marxistas, tem a dizer sobre, como diria tio Karl, o ópio do povo.
Putz, tio Karl disse isso sobre a religião, né? Não importa, Pelé é deus e Maradona é santo.
(Isso porque não mencionei São Marcos para evitar represálias de gambás e bambis)
O prazer de...
...ser um bêbado.
Tenho vários novos rótulos de cerveja pra escanear e pôr aqui.
Aliás, aquele meu rótulo da Brahma Extra garafa grande (coisa de Sanca Tatarina) e meu apoio pra jogo americano da Guinness ainda estão com você. Devolva-me hoje, fazendo favor.
Em breve -não sei quão breve, no entanto- muitos rótulos novos por aqui. De vários lugares do mundo: Uruguai, Chile, Argentina, Canadá, Brasil, Bélgica... há outros, mas não me lembro.
Tenho vários novos rótulos de cerveja pra escanear e pôr aqui.
Aliás, aquele meu rótulo da Brahma Extra garafa grande (coisa de Sanca Tatarina) e meu apoio pra jogo americano da Guinness ainda estão com você. Devolva-me hoje, fazendo favor.
Em breve -não sei quão breve, no entanto- muitos rótulos novos por aqui. De vários lugares do mundo: Uruguai, Chile, Argentina, Canadá, Brasil, Bélgica... há outros, mas não me lembro.
29.6.06
Teaser
Não, dessa vez não estou falando de nenhuma gostosa.
Você já viu o teaser do Hômi-Aracnídeo Tr3s?
Então, clique aqui, escolha o tamanho do seu deleite e seja feliz.
Tá tudo lá: o uniferme negro, Gwen Stacy, Harry Osborne de Duende Verde, Eddie Brock, o Homem-Areia...
Isso sem falar no que não aparece no teaser: James Cromwell(pai da Gwen), Theresa Russel (mulher do Homem-Areia)... só não via tia May. Tem o dr. Connors. E o Flash Thompson tá lá. Inclusive ele estava no primeiro filme. Ganha nada quem disser nos comentários a cena em que ele aparece.
Acho que Homem Aranha 3 é um forte candidato a desbancar X-Men do posto de melhor adaptação dos gibis pra telona. Vamos ver...
Será que vai ter um quarto filme? Será que a Gwen Stacy vai morrer? A questão é boa, já que a situação em que ela morre apareceu no primeiro filme, mas com Mary Jane sendo a vítima. E todos sabem que MJ não morreu. No gibi, naquela mesma encruzilhada do bonde e da mocinha, foi-se Gwen...
Já era fã do Sam Raimi antes dessa série, agora tou mais fã.
Você já viu o teaser do Hômi-Aracnídeo Tr3s?
Então, clique aqui, escolha o tamanho do seu deleite e seja feliz.
Tá tudo lá: o uniferme negro, Gwen Stacy, Harry Osborne de Duende Verde, Eddie Brock, o Homem-Areia...
Isso sem falar no que não aparece no teaser: James Cromwell(pai da Gwen), Theresa Russel (mulher do Homem-Areia)... só não via tia May. Tem o dr. Connors. E o Flash Thompson tá lá. Inclusive ele estava no primeiro filme. Ganha nada quem disser nos comentários a cena em que ele aparece.
Acho que Homem Aranha 3 é um forte candidato a desbancar X-Men do posto de melhor adaptação dos gibis pra telona. Vamos ver...
Será que vai ter um quarto filme? Será que a Gwen Stacy vai morrer? A questão é boa, já que a situação em que ela morre apareceu no primeiro filme, mas com Mary Jane sendo a vítima. E todos sabem que MJ não morreu. No gibi, naquela mesma encruzilhada do bonde e da mocinha, foi-se Gwen...
Já era fã do Sam Raimi antes dessa série, agora tou mais fã.
Gamil-ponto-com
Poucas pessoas sabem -e faço questão de manter dessa maneira- que tenho uma conta no gmail. E, uma vez a cada era geológica, flagro-me visitando a tal página do google, os donos de tudo -menos da micro$oft. Hoje foi um desses dias. Agora é que vem a parte legal. Coloquei delicadamente meu cursor intermitentes sobre a barra de endereço do meu navegador mozilla e digitei www.gamil.com. Não, você não leu errado, eu realmente cometi um erro de digitação. Qual não foi minha surpresa a ver uma bela página se abrindo? E uma página sobre chás e infusões.
Melhor foi ver o disclaimer que tem no pé da página: "Você pode ter chegado aqui por digitar Gmail errado. Nós entendemos. Digitar rápido não é das nossas maiores habilidades."
Genial! Adorei o senso de humor. E, bem... eles também devem estar adorando. E ainda colocaram uns anúncios (do google, é claro) sobre digitação na página. Fantástico!
Melhor foi ver o disclaimer que tem no pé da página: "Você pode ter chegado aqui por digitar Gmail errado. Nós entendemos. Digitar rápido não é das nossas maiores habilidades."
Genial! Adorei o senso de humor. E, bem... eles também devem estar adorando. E ainda colocaram uns anúncios (do google, é claro) sobre digitação na página. Fantástico!
Vigésima-sétima Bienal de Sumpaulo
Divulgaram a lista dos artistas participantes da Bienal deste ano. O tem geral é "Como viver junto" e ela estará aberta ao público de 07 de outubro a 17 de dezembro, adivinhem onde. A lista é essa. Tem um certo J.-Luc Godard e um certo Júlio Bressane no meio. Fora isso, conheço mais ninguém. Como somos desleixados com arte contemporânea, em? É claro que falo por mim.
001. Adel Abdessemed - Paris
002. Ahlam Shibli - Haifa
003. Akram Zaatari - Beirute
004. Alberto Baraya - Bogotá
005. Ana Mendieta - Havana
006. Andrew McLeod - Auckland
007. Ann Lislegaard - Copenhagen
008. Angela Detanico/Rafael Lain - Caxias; São Paulo e Paris
009. Antal Lakner - Budapeste
010. Antoni Miralda - Barcelona
011. Armando Andrade Tudela - Lima e St. Etienne
012. Atelier Bow-Wow - Yoshiharu Tsukamoto, Momoyo Kaijima - Tóquio
013. Aya Ben Ron - Tel- Aviv
014. Babak Afrassiabi e Nasrim Tabatabai (PAGES) - Haia e Roterdã
015. Barbara Visser - Amsterdã
016. Bregtje van Haak - Amsterdã
017. B. Wilkinson - Wairarapa
018. Cao Guimarães - BH
019. Cildo Meireles - Rio
020. Claudia Andujar - São Paulo
021. Cláudia Cristovão - Amsterdã
022. Damian Ortega - México
023. Dan Graham - Nova York
024. Diango Hernández - Trento e Düsseldorf
025. Didier Faustino - Paris
026. Dominique Gonzalez-Foerster - Estrasburgo; Paris e Rio
027. Eloisa Cartonera (Editora de livros) - Buenos Aires
028. Esra Ersen - Berlim
029. Fastwurms - Toronto
030. Fernando Ortega - Cidade do México
031. Felix Gonz.-Torres - Miami
032. Florian Pumhösl -Viena
033. Francesco Jodice - Milão
034. G. Matta-Clark - N.York
035. Goshka Macuga - Londres
036. Guy Tillim - Cabo
037. Haegue Yang - Berlim
038. Hector Zamora - México
039. Hélio Melo - Vila Antinari
040. Ivan Cardoso - Rio
041. Jack Smith - Nova York
042. Jamac - São Paulo
043. Jane Alexander - Cabo
044. Jarbas Lopes - Maricá
045. Jaroslaw Kozlowski - Poznan
046. J.-Luc Godard - Genebra
047. Jeanne Faust - Hamburgo
048. João Maria Gusmão e Pedro Paiva - Lisboa
049. Jorge Macchi - B. Aires
050. Juan Araujo - Caracas
051. Júlio Bressane - Rio
052. Konono nº 1 - Kinshasa
053. Kristina Solomoukha - Paris
054. Lara Almarcegui - Roterdã
055. Lars Ramberg - Berlim
056. Laura Lima - Rio
057. Lawrence Weiner - N. York
058. León Ferrari - B. Aires
059. Len Lye - Warwick)
060. Lida Abdul - Los Angeles
061. Long March Proj. - Pequim
062. Loulou Cherinet - Estocolmo
063. Lu Chunsheng - Shangai
064. Lucia Koch - São Paulo
065. Mabe Bethônico - BH
066. Marcel Broodthaers - Colônia
067. Marcellvs L. - B. Horizonte
068. Marcelo Cidade - S. Paulo
069. Marcos Bonisson - Rio
070. Marepe - S. Antônio de Jesus
071. Maria Galindo - La Paz
072. M.Teresa Hincapie - Bogotá
073. Marilá Dardot - São Paulo
074. Mario Navarro - Santiago
075. Marjetica Potrc - Ljubljana
076. Mark Bradford - L.Angeles
077. Martinho Patrício - J.Pessoa
078. Marwan Rechmaoui - Beirute
079. Mauro Restiffe - São Paulo
080. Meschac Gaba - Roterdã
081. Michael Snow - Toronto
082. Miki Kratsman - B. Aires
083. Minerva Cuevas - México
084. Monica Bonvicini - Berlim
085. Mustafa Maluka - Cabo
086. Narda Alvarado - La Paz
087. Nikos Charalambidis - Atenas
088. Ola Pehrson - Estocolmo
089. Paula Trope - Rio
090. Pepón Osorio - Filadélfia
091. Pieter Hugo - Cidade do Cabo
092. Raimond Chaves/ Gilda Mantilla - Los Angeles e Lima
093. Fassbinder - Munique
094. Randa Shaath - Cairo
095. Renata Lucas - São Paulo
096. Rirkrit Tiravanija - Berlim
097. Rivane Neuenschwander - Belo Horizonte
098. Roman Ondak - Bratislava
099. Sanghe Song - Seul
100. Servet Koçyigit - Amsterdã
101. Shaun Gladwell - Sydney
102. Shimabuku - Berlim
103. Simon Evans - Londres
104. SuperFlex - Copenhagen
105. Susan Turcot - Quebec
106. Tacita Dean - Berlim
107. Tadej Pogacar - Ljubljana
108. Taller Popular de Serigrafia - Buenos Aires
109. Thomas Hirshhorn - Paris
110. Tomas Saraceno - Frankfurt
111. Tommi Grönlund/Petteri Nisunen (dupla)- Helsinki
112. Vangelis Vlahos - Atenas
113. Virginia Medeiros - Salvador
114. Vladimir Arkhipov - Moscou
115. Wang Youshen - Pequim
116. Yael Bartana - Amsterdã
117. Young-Hae Chang Heavy Industries - Seul
118. Young-whan Bae - Seul
119. Zafos Xagoraris - Atenas
em off: post editado. Tinha um errinho no número trinta e dois, mas ninguém percebeu. Nem eu, na verdade. Por algum tempo, é claro. Siga agora com fraldas GERIÁTRICAS, um blogue de arte conceitual. Arrã, pra caralho à beça!
28.6.06
...
Gosto de futebol, mas não sou nenhum fanático. Acho que se ganha e se perde e, bem clichezisticamente, faz parte do jogo.
Não gosto da euforia da copa. Fica todo mundo alegre demais. E barulhento demais.
Pessoas que, nos outros quatro anos -ou antes, 3 anos e 11 meses- não dão a mínima pra futebol se tornam grandes experts na copa.
Só postei isso hoje porque não tem jogo. E cansei de reclamar.
Tou perdendo o tesão com muitas coisas. Talvez esse blogue seja uma delas...
Não gosto da euforia da copa. Fica todo mundo alegre demais. E barulhento demais.
Pessoas que, nos outros quatro anos -ou antes, 3 anos e 11 meses- não dão a mínima pra futebol se tornam grandes experts na copa.
Só postei isso hoje porque não tem jogo. E cansei de reclamar.
Tou perdendo o tesão com muitas coisas. Talvez esse blogue seja uma delas...
sACal |
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